O Carrefour Brasil, maior rede supermercadista do país, encerrou 2025 com faturamento bruto de R$ 123 bilhões, consolidando sua posição de liderança no varejo alimentar. O desempenho reforça a estratégia da companhia de concentrar investimentos no formato de atacarejo, segmento que vem registrando crescimento superior ao dos supermercados tradicionais. (Exame)
Atacadão representa cerca de 70% da receita
Principal operação do grupo, o Atacadão respondeu por aproximadamente 70% do faturamento da empresa no ano passado.
A bandeira reúne consumidores finais e pequenos comerciantes em um modelo de negócios baseado em preços competitivos, grande volume de vendas e eficiência operacional, características que impulsionaram sua expansão nos últimos anos. (Exame)
Estratégia prioriza lojas de atacarejo
A companhia vem direcionando investimentos para a abertura de novas unidades do Atacadão e para a conversão de supermercados tradicionais para o formato de atacarejo.
Segundo a empresa, esse modelo apresenta maior potencial de crescimento diante da busca dos consumidores por economia e compras em maior volume.
Serviços financeiros ganham importância
Além do varejo alimentar, o Carrefour ampliou a participação dos serviços financeiros em sua estratégia de negócios.
Produtos como cartões de crédito, seguros, empréstimos e soluções de pagamento contribuem para aumentar a fidelização dos clientes e diversificar as fontes de receita da companhia.
Digitalização reforça operação
A empresa também tem investido na integração entre lojas físicas e canais digitais, ampliando serviços como compras online, retirada em loja e programas de fidelidade.
O objetivo é oferecer uma experiência mais integrada ao consumidor e aumentar a eficiência das operações.
Varejo alimentar segue competitivo
Mesmo na liderança do setor, o Carrefour enfrenta uma concorrência crescente de redes regionais, atacarejos independentes e grandes grupos nacionais.
A expansão do Atacadão reflete uma mudança no comportamento dos consumidores brasileiros, que passaram a priorizar formatos voltados ao custo-benefício em um cenário de juros elevados e maior pressão sobre o orçamento das famílias.









