A Bio2Me, empresa que atua na transformação de terras preservadas em ativos de impacto, deu nesta terça-feira (1) mais um passo em sua estratégia de inovação para a bioeconomia ao avançar na parceria com o CPQD, centro de referência em tecnologias de conectividade e digitalização.
Especialistas do CPQD estiveram na fazenda preservada da Bio2Me, localizada em Luziânia (GO), para a instalação de sensores inteligentes em árvores nativas do Cerrado. O objetivo é monitorar, em tempo real, dados como temperatura e crescimento da vegetação, viabilizando análises detalhadas do ecossistema local.
A tecnologia deve permitir uma gestão mais precisa e eficiente das áreas preservadas, contribuindo para práticas de conservação baseadas em dados e com potencial de escalar modelos sustentáveis no bioma. “Esse projeto reforça nosso compromisso com o uso de ciência e tecnologia para agregar valor à floresta em pé”, afirma Claudio Fernandes, CEO da Bio2Me.
A iniciativa está alinhada à proposta da companhia de promover o desenvolvimento sustentável por meio da integração entre preservação ambiental e soluções tecnológicas aplicadas à bioeconomia.
A Bio2me é uma empresa especializada na produção de bioativos nativos do Cerrado brasileiro, operando em áreas conservadas ou improdutivas. Seu modelo de negócios alia sustentabilidade e inovação, aproveitando a biodiversidade do bioma para desenvolver ingredientes naturais utilizados em setores como cosméticos, alimentos e produtos farmacêuticos.