Brasil registra casos de mpox em 2026

O Brasil confirmou dezenas de casos de mpox desde o início de 2026, com maior parte dos registros concentrada no estado de São Paulo. As autoridades de saúde mantêm vigilância ativa e reforçam a importância de prevenção e diagnóstico precoces para controlar a transmissão da doença.

Dados oficiais mostram que São Paulo responde pela maioria dos casos confirmados, enquanto outros estados também notificaram episódios isolados.

O que é mpox e como se manifesta

A mpox, anteriormente chamada de varíola dos macacos, é causada por um vírus do gênero Orthopoxvirus. Os sintomas iniciais incluem febre, dor de cabeça, dores no corpo e aumento dos linfonodos. Com a progressão da infecção, surgem lesões na pele que podem afetar rosto, mãos, pés e regiões genitais.

A maior parte dos casos em 2026 apresentou sinais leves ou moderados, segundo relatos de especialistas em saúde.

Transmissão e grupos com maior risco

O vírus da mpox se espalha principalmente por contato direto com lesões de pele ou fluidos corporais de pessoas infectadas, bem como por meio de objetos pessoais contaminados.

Grupos com múltiplos parceiros sexuais e pessoas com imunidade comprometida podem estar em maior risco de infecção. Para a população geral sem esses fatores, o risco é considerado mais baixo.

Como se proteger da mpox

Especialistas recomendam evitar contato próximo com pessoas que têm lesões suspeitas e não compartilhar itens pessoais como roupas, toalhas, talheres ou copos.

Higienizar as mãos com frequência, usar sabonete ou álcool em gel e buscar atendimento médico ao apresentar sintomas compatíveis também são medidas eficazes para reduzir o risco de transmissão.

Além disso, pessoas que tiveram contato direto com casos confirmados devem observar sinais da doença por até três semanas e seguir instruções dos serviços de saúde.

Preparo do sistema de saúde

O Ministério da Saúde informou que o Sistema Único de Saúde (SUS) está capacitado para identificar casos precocemente, oferecer manejo clínico adequado e acompanhar pacientes com mpox. A orientação é procurar atendimento na rede pública ao surgirem sintomas compatíveis com a infecção.

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