O Brasil acumulou a criação de 767.157 postos de trabalho com carteira assinada entre janeiro e junho de 2026, de acordo com dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado corresponde à diferença entre admissões e desligamentos registrados no período.
Junho registra mais de 166 mil vagas
Somente em junho, foram criados 166.621 empregos formais, resultado de 2.243.743 admissões e 2.077.122 desligamentos.
O desempenho manteve a trajetória positiva do mercado de trabalho em 2026, embora tenha apresentado ritmo inferior ao observado em alguns meses anteriores. (Agência Brasil)
Setor de serviços lidera geração de vagas
O setor de serviços foi o principal responsável pela criação de empregos no mês, seguido pelos segmentos de comércio, indústria, construção civil e agropecuária.
Segundo o governo, todos os cinco grandes grupamentos econômicos encerraram junho com saldo positivo de contratações. (Agência Brasil)
Todas as regiões apresentaram crescimento
As cinco regiões brasileiras registraram aumento no número de empregos formais durante o mês.
O desempenho foi acompanhado por saldos positivos na maior parte das unidades da federação, indicando expansão das contratações em diferentes atividades econômicas. (Agência Brasil)
Salário médio de admissão sobe
O salário médio real de admissão alcançou R$ 2.254,22 em junho, representando um aumento em relação ao mês anterior, já descontada a inflação.
O indicador acompanha a evolução da remuneração oferecida aos trabalhadores contratados com carteira assinada no país. (Agência Brasil)
Caged monitora o mercado formal
O Novo Caged reúne informações enviadas mensalmente pelas empresas sobre admissões e desligamentos de trabalhadores com vínculo formal.
Os dados são utilizados pelo governo para acompanhar a evolução do mercado de trabalho e subsidiar políticas públicas voltadas ao emprego e à renda.
