O custo da cesta básica aumentou em todas as capitais brasileiras no mês de março, segundo levantamento do Dieese. A alta foi generalizada e reforça a pressão sobre o orçamento das famílias.
Os aumentos atingiram diferentes regiões do país, com variações mais intensas em capitais do Nordeste. O movimento reflete a elevação de preços de alimentos essenciais.
Alimentos básicos puxam alta dos preços
Entre os itens que mais subiram estão produtos como carne bovina e feijão. A redução da oferta e a demanda elevada contribuíram para o avanço dos preços.
Outros itens também apresentaram aumento, o que ampliou o impacto sobre o custo total da cesta. Esses produtos fazem parte do consumo diário da população e têm peso relevante no orçamento.
Custo pesa mais para famílias de baixa renda
A alta da cesta básica afeta principalmente famílias de menor renda, que destinam maior parte do orçamento à alimentação.
Em algumas capitais, o valor da cesta se aproxima de níveis que comprometem grande parcela do salário mínimo. O indicador é utilizado como referência para medir o custo de vida e o poder de compra.
Diferenças regionais permanecem
Apesar da alta generalizada, os valores seguem diferentes entre as capitais. Regiões do Sudeste e do Sul concentram as cestas mais caras, enquanto Norte e Nordeste registram custos menores.
O comportamento dos preços varia conforme fatores como logística, produção local e oferta de alimentos.v
