O dólar comercial caiu pela segunda sessão consecutiva e encerrou o dia vendido a R$ 5,20, com recuo de 0,57%. Durante o pregão, a cotação chegou a R$ 5,178, mas perdeu parte da queda no fim da tarde.
A moeda acumula baixa de 2,19% em dois dias, embora ainda registre alta de 1,29% em março.
A valorização do real foi impulsionada pela melhora no ambiente externo, com aumento do apetite por risco entre investidores internacionais. Nesse cenário, moedas de países emergentes tiveram desempenho positivo, incluindo o real brasileiro.
Bolsa sobe e fluxo externo sustenta mercado
No mercado de ações, o Ibovespa avançou 0,30% e fechou aos 180.409 pontos, sustentado pela entrada de capital estrangeiro ao longo do dia.
O fluxo externo foi favorecido pela valorização de ações de empresas ligadas a commodities, especialmente petroleiras, acompanhando a alta de 3,2% no preço do petróleo Brent, que encerrou o dia acima de US$ 103.
Apesar do movimento positivo, o mercado doméstico limitou ganhos diante de incertezas internas, como a possibilidade de paralisação de caminhoneiros relacionada ao aumento do diesel.
As expectativas em torno das decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos também influenciaram o comportamento dos investidores, com projeções de manutenção das taxas americanas e possível redução da Selic.
