Com 192 anos de história, a Casa da Moeda do Brasil vem adotando práticas comuns em empresas de tecnologia para modernizar sua cultura organizacional. Entre as iniciativas está a implementação da jornada de trabalho 4×3 em áreas administrativas, modelo que, segundo a companhia, já apresenta resultados positivos em produtividade, engajamento e atração de profissionais.
O movimento faz parte de um processo mais amplo de transformação interna, que levou a empresa a se definir como uma “startup de 192 anos”.
Modelo busca aumentar produtividade
A jornada 4×3 reduz a semana de trabalho para quatro dias, mantendo três dias de descanso.
Segundo a empresa, a mudança foi acompanhada por novas práticas de gestão, definição de metas e maior autonomia das equipes, com foco na entrega de resultados em vez do tempo de permanência no escritório.
Cultura organizacional passou por mudanças
Além do novo formato de trabalho, a companhia investiu em digitalização de processos, inovação e revisão da estrutura organizacional.
O objetivo é tornar a empresa mais ágil, estimular a colaboração entre equipes e adaptar a gestão às novas demandas do mercado de trabalho.
Atração de talentos está entre os objetivos
A adoção do modelo também busca fortalecer a capacidade da empresa de atrair e reter profissionais qualificados.
Nos últimos anos, formatos de trabalho mais flexíveis passaram a ser utilizados como diferencial competitivo por organizações que disputam talentos em áreas técnicas e de tecnologia.
Tendência ganha espaço no mercado
Experiências com semanas de quatro dias vêm sendo testadas em diversos países e por empresas de diferentes setores.
Estudos internacionais apontam que, quando acompanhada por mudanças na organização do trabalho, a redução da jornada pode contribuir para ganhos de produtividade, melhora do bem-estar dos colaboradores e diminuição do absenteísmo.
Transformação combina tradição e inovação
Mesmo próxima de completar dois séculos de existência, a empresa afirma que pretende manter um ambiente voltado à inovação contínua.
A estratégia busca demonstrar que organizações tradicionais também podem adotar modelos modernos de gestão para aumentar sua competitividade e acompanhar as transformações do mercado.
