A Fast Tennis, rede de franquias de quadras de tênis, vem redefinindo o acesso a um esporte historicamente associado ao alto padrão, com seu modelo escalável e democrático a partir do conceito Fun&Flex, que combina aulas dinâmicas, sem foco em competição, com ênfase no bem-estar e no aprendizado contínuo. A rede atende cerca de 8 mil clientes recorrentes e sustenta um plano de expansão que prevê alcançar 150 unidades ativas até o fim de 2026.
O otimismo em torno desse crescimento é impulsionado pelo avanço do interesse pelo esporte no país. De acordo com a Confederação Brasileira de Tênis, o Brasil já ultrapassa a marca de 2 milhões de praticantes.
Esse movimento também é refletido nos dados divulgados pela Federação Paulista de Tênis, que apontam uma expansão expressiva da modalidade ao longo de 2025: o número de inscritos únicos em competições saltou de 4.682, em 2024, para 12.349 em 2025, um crescimento superior a 163,8%.
Para Lucas André, CEO e fundador da rede, a estratégia de crescimento está ancorada em cinco pilares: experiência do cliente, personalização do serviço, flexibilidade, recorrência e inclusão. “Nosso objetivo sempre foi tornar o tênis mais acessível, uma opção leve, prática e divertida para diferentes perfis e faixas etárias, assim como já acontece com outras modalidades. Temos observado que o tênis vem ganhando relevância na rotina e na escolha saudável das pessoas, e acredito que isso seja possível agora, impulsionado por iniciativas inovadoras como o nosso modelo Fun&Flex”, afirma.
Com apenas oito anos de atuação no segmento fitness, a marca já está presente em 19 cidades e oito estados. Seu plano de expansão evidencia a forte aderência do modelo de negócio, diferencial que sustenta tanto a experiência oferecida aos clientes quanto a capacidade de replicação da marca em diferentes mercados. “Nosso objetivo é nos tornar a maior rede de academias de tênis do mundo, alcançando 300 unidades e 50 mil clientes recorrentes até 2028. Esse crescimento é totalmente viável diante do cenário promissor vivido pelo setor de saúde e bem-estar”, conclui o CEO.









