A Federal Express Corporation, maior empresa de transporte expresso do mundo, anuncia a ampliação de suas rotas de transporte rodoviário internacional que conectam o Brasil com países da América do Sul. O serviço, conhecido como South America Road Network (SARN), já atende os mercados da Argentina, Chile e Uruguai, e agora passa a contar com uma rota para o Paraguai. O SARN oferece tempo de trânsito competitivo, saídas regulares, frota própria regularizada para trânsito internacional e com idade média de três anos, entrega porta a porta e hub dedicado em São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS).
“A nova rota faz parte da nossa estratégia de ampliar a conectividade entre os países da América do Sul, oferecendo soluções cada vez mais eficientes, integradas, confiáveis e com alta visibilidade para o comércio exterior. Além disso, o SARN possui forte sinergia com o nosso serviço expresso internacional, atuando como uma opção complementar para clientes que buscam alternativas mais econômicas para envios destinados aos países do bloco”, afirma Glaucia Megna, Diretora de Vendas para o Serviço Internacional da FedEx no Brasil.
As rotas do SARN estão integradas à rede logística da FedEx no Brasil, conectando-se a diferentes unidades da companhia para garantir capilaridade, sinergia com outros serviços da empresa e eficiência na operação. O serviço contempla embarques de ida e volta com saídas regulares e veículos rastreados em tempo real, reforçando a visibilidade e o controle ao longo de todo o transporte.
Os tempos de trânsito variam de 4 a 17 dias, dependendo da origem e do destino, sem considerar o desembaraço aduaneiro. A operação conta com mais de 120 funcionários, uma equipe comercial dedicada e uma frota de 200 veículos, incluindo automotores e semirreboques. Isso possibilita negociações conjuntas entre Brasil e exterior, fortalecendo conexões e facilitando as relações entre importadores e exportadores.
Segundo análises realizadas pelo ILOS com base em dados fornecidos pela Comex Stat, em 2025 as exportações brasileiras para a América do Sul realizadas por transporte rodoviário alcançaram US$ 22,6 bilhões, o maior patamar registrado desde 2015. O desempenho reforça a trajetória de recuperação observada desde 2021, impulsionada principalmente pelo aumento das trocas regionais de produtos industrializados e de maior valor agregado, categorias nas quais o modal rodoviário se destaca pela flexibilidade, disponibilidade e agilidade nos tempos de trânsito.
“Com a nova rota, seguimos fortalecendo nossa cobertura e aprimorando nosso posicionamento na América do Sul, apoiando importadores e exportadores em suas operações transfronteiriças”, diz Glaucia.









