A Snowflake promoveu Guilherme Kanagusku ao cargo de Diretor de Clientes e Expansão no Brasil. Na nova função, o executivo será responsável por liderar a estratégia de crescimento da base instalada da companhia no país, com foco em adoção de dados, nuvem e inteligência artificial.
A nomeação ocorre em meio ao avanço da Snowflake na América Latina. A empresa atua no segmento de AI Data Cloud, com soluções voltadas à gestão, integração e uso de dados em ambientes corporativos.
Kanagusku chegou à Snowflake em 2023 e participou da construção da operação brasileira desde o início. Segundo a companhia, ele foi o primeiro executivo de vendas da empresa no país.
Executivo passou por AWS, IBM e OpenText
Com mais de 25 anos de experiência no setor de tecnologia, Kanagusku acumula passagens por empresas como AWS, IBM, OpenText, Avanade e Sonda.
Ao longo da carreira, atuou em vendas corporativas, contas estratégicas, desenvolvimento de negócios e estratégias de go-to-market. Nos últimos 15 anos, ocupou posições de liderança em projetos ligados a cloud computing, dados, transformação digital e inteligência artificial.
“Guilherme foi peça-chave na construção da nossa base no Brasil e sua nomeação reforça nosso compromisso de crescer com proximidade, expertise local e foco em resultados”, afirma Bruno Barreto, vice-presidente para a América Latina da Snowflake.
Cargo terá foco em base instalada
Na nova posição, Kanagusku vai comandar uma estrutura dedicada aos clientes da Snowflake no Brasil. A área terá como prioridade a expansão de negócios dentro da base atual e a aceleração de iniciativas de dados e IA em empresas brasileiras.
A estratégia acompanha uma mudança no mercado corporativo. Com a adoção crescente de inteligência artificial, companhias passaram a buscar arquiteturas de dados mais integradas, capazes de sustentar agentes autônomos, assistentes internos, análises avançadas e automação de processos.
“Seguimos focados em ajudar empresas a extrair mais valor dos dados e acelerar resultados por meio da inteligência artificial, com o uso de agentes autônomos e assistentes que tornam o acesso à informação mais simples, seguro e democrático em toda a organização”, afirma Kanagusku.
