A InHouse Market completou seis anos com mais de 1.800 lojas inauguradas em 340 cidades brasileiras. Presente em todos os estados, a rede de mercados autônomos pretende encerrar 2026 com 2 mil unidades em operação.
A empresa foi criada em 2020 por Leonardo de Ana e Yan França, amigos desde a graduação em Engenharia da Computação na Universidade Estadual de Campinas. A primeira loja foi aberta em Fortaleza, no Ceará, durante a pandemia.
A proposta inicial era instalar pontos de venda dentro de condomínios residenciais, permitindo que os moradores comprassem produtos cotidianos sem precisar se deslocar até supermercados ou lojas de conveniência.
“Quando começamos, o objetivo era resolver um problema muito específico daquele momento, fazer com que pessoas tivessem acesso a produtos do dia a dia sem precisar sair do condomínio. O que vimos depois foi que a conveniência virou rotina”, afirma Leonardo de Ana, coCEO e cofundador da InHouse Market.
Modelo de licenciamento reúne mais de mil empreendedores
A expansão da rede foi apoiada por um modelo de licenciamento associado à tecnologia proprietária da empresa. Diferentemente de uma franquia tradicional, os responsáveis pelas unidades possuem maior autonomia para administrar a operação.
Segundo a InHouse Market, o investimento inicial parte de aproximadamente R$ 37 mil por loja. A rede reúne atualmente mais de mil licenciados, dos quais mais de 40% são mulheres.
O formato permite que os empreendedores definam parte do mix de produtos e adaptem a operação ao perfil de consumo de cada condomínio ou local atendido.
Para compartilhar práticas entre as unidades, a companhia mantém o programa InHouse de Portas Abertas. A iniciativa conecta licenciados com melhor desempenho a novos operadores para a troca de experiências sobre fornecedores, produtos e estratégias de gestão.
Empresa prepara ferramentas baseadas em inteligência artificial
A InHouse Market planeja lançar ainda em 2026 novas ferramentas de inteligência artificial para apoiar o monitoramento das unidades e a tomada de decisões.
As soluções deverão auxiliar na gestão das lojas, no acompanhamento das operações e na definição do mix de produtos conforme o comportamento dos consumidores de cada ponto.
A infraestrutura tecnológica da rede utiliza a plataforma SaaS Shoppbud, desenvolvida pela própria companhia. O sistema dá suporte ao funcionamento dos mercados autônomos durante 24 horas, sem a necessidade de funcionários permanentes no local.







