A Escola da Nuvem passou a integrar oficialmente o Movimento Nacional ODS São Paulo, iniciativa reconhecida pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e conectada à Rede Brasil do Pacto Global da ONU. A adesão foi formalizada durante a 1ª Conferência Estadual dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, realizada em maio de 2026, em São Paulo.
Mais do que um reconhecimento institucional, a entrada no movimento posiciona a organização em uma rede estratégica cada vez mais valorizada por empresas, patrocinadores e projetos ligados à agenda ESG. Na prática, o selo de signatária funciona como um diferencial competitivo em parcerias, editais e iniciativas de impacto social.
Voltada à formação gratuita em computação em nuvem e empregabilidade para pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, a Escola da Nuvem passa agora a integrar um grupo restrito de organizações brasileiras alinhadas formalmente à Agenda 2030 da ONU. O Brasil é o único a operar com 18 ODSs, após incorporar oficialmente a ODS 18, dedicada à Igualdade Racial.
Segundo a organização, o reconhecimento amplia acesso a articulações institucionais, eventos prioritários e oportunidades de colaboração com empresas e entidades que vêm aumentando investimentos em diversidade, inclusão produtiva e formação de talentos para o setor de tecnologia.
“O selo aumenta nosso score perante a sociedade e potenciais financiadores, e isso se traduz em mais recursos e mais oportunidades para transformar vidas por meio da tecnologia”, afirmou Sergio Cerrada, coordenador de Relações Governamentais da Escola da Nuvem. Cerrada destaca que a adesão aos ODSs já vem sendo utilizada como critério de desempate em processos seletivos de projetos e iniciativas financiadas.
“Já participei de seleção de projetos onde o critério de desempate foi exatamente esse: os projetos tecnicamente estavam maravilhosos, mas o selo dos ODSs foi o primeiro fator de desempate de critério técnico”, disse.
A Escola da Nuvem foi a única organização convidada a formalizar adesão durante a conferência estadual, movimento que reforça a visibilidade conquistada pela entidade no debate sobre inclusão digital e empregabilidade em tecnologia.
O avanço acontece em um momento em que empresas enfrentam pressão crescente para combinar metas ESG com geração prática de impacto social e formação de mão de obra qualificada em tecnologia. Nesse cenário, iniciativas ligadas à capacitação digital de populações vulneráveis ganham espaço nas estratégias de investimento social privado e nos programas de transformação corporativa.
Desde sua fundação, a Escola da Nuvem já capacitou mais de 7 mil alunos e empregou mais de 3 mil profissionais em computação em nuvem em diferentes regiões do país, conectando alunos a oportunidades reais no mercado de tecnologia e serviços digitais.
