• Cadastre-se
  • Colunistas
  • Contato
  • Home
  • Política de privacidade
quarta-feira, 10 junho, 2026
Business Moment
  • Assine nossa newsletter
  • Login
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
Sem resultados
Ver todos resultados
Business Moment
Sem resultados
Ver todos resultados
Home Saúde e bem-estar

Caneta mais barata abre disputa bilionária nas farmácias

Murilo Rodrigues por Murilo Rodrigues
10/06/2026
em Saúde e bem-estar
A A

LEIA TAMBÉM

Live! sai da moda fitness e quer fazer dos suplementos 20% da receita

Startup troca minutos de exercício por prêmios e quer mudar hábitos nas empresas

A chegada do Ozivy, semaglutida nacional da EMS, deve ampliar a disputa das redes farmacêuticas pelo mercado de medicamentos da classe GLP-1, grupo que inclui produtos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro.

Para a Pague Menos, a combinação entre preço menor, maior capilaridade e demanda reprimida pode trazer uma nova camada de consumidores para esse tipo de tratamento, sempre com orientação médica.

A caneta começa a ser vendida na próxima segunda-feira (15), com preço a partir de R$ 452 por unidade. Pacientes cadastrados no programa Vida + Leve poderão pagar R$ 287 por mês nos três primeiros meses. Depois desse período, o valor passa a R$ 498 por caneta.

A primeira leva terá mais de 500 mil unidades distribuídas pelas principais redes farmacêuticas do país.

Preço menor pode destravar novos pacientes

Segundo Jonas Marques, CEO da Pague Menos, o menor custo do Ozivy pode mudar o acesso aos medicamentos GLP-1 no Brasil.

“Quando você fala em um custo de cerca de R$ 10 por dia nos primeiros meses, você traz uma outra camada da população para dentro do tratamento. A classe média brasileira passa a ter uma oportunidade real de conversar com seu médico e avaliar o uso da semaglutida”, afirma.

Dados da NielsenIQ citados pela reportagem indicam que apenas 4,6% dos lares brasileiros usam medicamentos à base de GLP-1 atualmente. Outros 26,1% são considerados potenciais usuários, mas ainda não iniciaram tratamento, principalmente pelo custo.

A avaliação da Pague Menos é que a redução de preço pode aumentar o número de novos consumidores sem depender apenas da troca de marcas já usadas por pacientes atuais.

Redução de preço já dobrou compradores

A rede afirma ter observado movimento semelhante nas últimas semanas, após uma queda de preço promovida por um concorrente.

“Nós analisamos as últimas dez semanas e vimos que, quando houve uma redução de preço de cerca de 50%, o número de pacientes mais do que dobrou”, diz Marques.

Entre os pacientes que entraram na categoria depois da redução, 84% eram novos usuários, segundo o executivo. A canibalização estimada entre consumidores que já usavam semaglutida ficou em até 9%.

Hoje, quase 16% dos potenciais consumidores dizem não usar GLP-1 exclusivamente por causa do custo do tratamento, de acordo com a NielsenIQ.

Norte e Nordeste entram no centro da estratégia

A Pague Menos vê uma vantagem competitiva na própria distribuição geográfica. Cerca de 70% da operação da companhia está concentrada nas regiões Norte e Nordeste, áreas onde a penetração dos medicamentos GLP-1 ainda é menor.

Enquanto a média nacional de uso é de 4,6% dos lares, o índice no Nordeste é de 2,2%, menos da metade do patamar brasileiro.

“Embora sejamos a segunda ou terceira maior rede do país, quando falamos em acesso nós somos a primeira. Estamos no Norte e Nordeste, onde a penetração desses medicamentos é muito menor. Estamos nos preparando para acolher esse novo paciente e esse novo consumidor”, afirma Marques.

A rede tem cerca de 1.700 lojas. Desse total, 1.300 contam com unidades do Clinic Farma, estrutura de serviços de saúde que oferece exames e acompanhamento farmacêutico.

GLP-1 já pesa no faturamento da Pague Menos

Os medicamentos da classe GLP-1 têm ganhado relevância para o resultado das redes farmacêuticas. Na Pague Menos, eles responderam por 9,1% das vendas entre janeiro e março, com crescimento de 167% na comparação anual.

O avanço ocorre em meio ao envelhecimento da população, à maior atenção com doenças crônicas e ao aumento da procura por tratamentos de longo prazo.

Para Marques, a farmácia física terá papel além da venda. A rede quer usar sua estrutura para orientar pacientes, reforçar o uso correto dos medicamentos e apoiar tratamentos acompanhados por profissionais de saúde.

“A obesidade é uma condição complexa. Não basta apenas dispensar o medicamento. É importante garantir que a pessoa receba a orientação correta sobre o uso, reforçando aquilo que foi recomendado pelo médico”, afirma.

Tags: EMSFarmáciasGLP-1OzivyPague MenosSaúdeSemaglutida
Anterior

A Sólides quer levar IA ao RH de 6,7 milhões de pequenas empresas

Próximo

Asaas compra HelenaCRM por R$ 150 mi para vender com IA no WhatsApp

Murilo Rodrigues

Murilo Rodrigues

Murilo Rodrigues é jornalista formado pela PUCRS, com atuação nas áreas de conteúdo digital, SEO e tendências. Ao longo da carreira, participou da produção de conteúdos voltados à tecnologia, comportamento e inovação, com passagem por veículos como TechTudo e GZH. Tem experiência na construção de narrativas digitais estratégicas, unindo apuração, linguagem contemporânea e análise de tendências. Pautas em [email protected]

Leia também

Live! sai da moda fitness e quer fazer dos suplementos 20% da receita
Saúde e bem-estar

Live! sai da moda fitness e quer fazer dos suplementos 20% da receita

por Murilo Rodrigues

A Live! quer deixar de ser apenas uma marca de moda fitness para se tornar um ecossistema de bem-estar. Depois...

Leia maisDetails
Startup troca minutos de exercício por prêmios e quer mudar hábitos nas empresas

Startup troca minutos de exercício por prêmios e quer mudar hábitos nas empresas

Fleury expande portfólio com aquisição de laboratório especializado em mulheres

Fleury expande portfólio com aquisição de laboratório especializado em mulheres

Rede Total Care investe R$ 300 milhões e leva IA para operação hospitalar

Rede Total Care investe R$ 300 milhões e leva IA para operação hospitalar

Natura põe IA no laboratório para tentar acelerar cosméticos e voltar a crescer

Natura põe IA no laboratório para tentar acelerar cosméticos e voltar a crescer

Rede de saúde do trabalho que faturou R$ 150 milhões ganha Semenzato como sócio

Rede de saúde do trabalho que faturou R$ 150 milhões ganha Semenzato como sócio

Próximo
Asaas compra HelenaCRM por R$ 150 mi para vender com IA no WhatsApp

Asaas compra HelenaCRM por R$ 150 mi para vender com IA no WhatsApp

Grande Reserva Mata Atlântica conquista Prêmio Hugo Werneck, Oscar da Ecologia brasileira

Grande Reserva Mata Atlântica conquista Prêmio Hugo Werneck, Oscar da Ecologia brasileira

Petróleo fecha em queda após sinal de avanço nas negociações entre EUA e Irã

Petróleo fecha em queda após sinal de avanço nas negociações entre EUA e Irã

Business Moment

© 2025 Business Moment.

  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Bem-vindo!

Acesse sua conta

Esqueceu a senha?

Recuperar senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Entrar
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nosso Política de Privacidade.