O PagBank concluiu a sua terceira emissão pública de Letras Financeiras (LFs), levantando R$ 1,07 bilhão. A operação foi estruturada em três séries, com prazos de dois, três e quatro anos, e teve coordenação de UBS/BB, Itaú BBA e Bradesco BBI.
A emissão contou com remuneração atrelada ao CDI, acrescida de 0,50%, 0,60% e 0,70% ao ano, de acordo com o prazo de cada série. Os recursos serão destinados a fins corporativos gerais, com foco na expansão sustentável das operações do banco.
Em um ambiente de mercado desafiador, a operação se destaca pela diversificação de prazos, incluindo vencimentos mais longos em relação às emissões anteriores, e pelo volume captado, evidenciando a consistência da estratégia financeira da instituição.
“A conclusão da nossa terceira emissão reforça a confiança do mercado na capacidade de execução e na solidez do modelo de negócios do PagBank. Seguimos avançando com disciplina financeira e foco em crescimento sustentável, ampliando as nossas alternativas de captação e fortalecendo a nossa estrutura de capital”, afirma Gustavo Sechin, CFO do PagBank.
Assim como nas duas emissões anteriores, a operação recebeu certificações de nota máxima de solidez (AAA / triplo A) atribuídas pelos principais avaliadores globais. Nesta nova emissão, o PagBank conquistou sua terceira certificação — com nota máxima AAA pela Fitch Ratings —, reforçando sua posição como um dos bancos digitais com mais alta confiabilidade, sustentada por segurança, governança robusta e capacidade consistente de cumprir obrigações financeiras.
Como um dos maiores bancos digitais do país em número de clientes, oferece um ecossistema financeiro completo, integrado ao dia a dia dos brasileiros – desde soluções de pagamentos, conta rendeira gratuita, Pix, cartões e investimentos competitivos, até linhas de crédito, gestão financeira e ferramentas para vendas presenciais e online, como maquininhas, Tap On, link de pagamento e opções de checkout para e-commerces.
