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Home Inteligência Artificial (IA)

J.P. Morgan Private Bank apresenta perspectivas para 2026

João Pedro Camargo Corenciuc por João Pedro Camargo Corenciuc
19/11/2025
em Inteligência Artificial (IA), Mercado
A A
JP Morgan Eleva Projeção para Crescimento do PIB Brasileiro em 2025 Impulsionado por Cenário Externo e Agro

JPMorgan/Divulgação

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O J.P. Morgan Private Bank divulgou hoje suas Perspectivas Globais de Investimento para 2026, destacando oportunidades em um cenário transformado pela inteligência artificial, fragmentação global e riscos inflacionários.

“Em 2025, a incerteza dominou o mercado. Agora, três grandes temas definem a agenda, refletindo uma mudança fundamental na dinâmica das economias e exigindo uma abordagem de investimento mais flexível e disciplinada”, afirma Grace Peters, Codiretora de Estratégia Global de Investimentos do J.P. Morgan Private Bank.

“Para 2026, os investidores enfrentam o desafio de equilibrar a produtividade impulsionada pela IA com a inflação persistente em um ambiente global fragmentado. Nosso objetivo é ajudar os clientes a identificar novas oportunidades e construir carteiras resilientes, alinhadas com seus objetivos de longo prazo”, complementa Stephen Parker, Codiretor de Estratégia Global de Investimentos.

Três temas centrais para 2026

  1. Era da IA: Promessa e Paradoxo

A inteligência artificial está revolucionando setores, impulsionando produtividade e remodelando o mercado de trabalho, gerando um aumento nos investimentos e especulações sobre uma possível bolha. Nós acreditamos que o atual boom da IA é sustentado por fundamentos sólidos, e o maior risco está em não aproveitar o potencial transformador dessa tecnologia.

“As grandes empresas de tecnologia dos EUA triplicaram seus investimentos anuais de capital, de US$ 150 bilhões em 2023 para uma projeção de US$ 500 bilhões ou mais em 2026, com investimentos em IA contribuindo mais para o crescimento do PIB americano do que o consumo neste ano”, destaca Jacob Manoukian, Diretor de Estratégia de Investimentos dos EUA. “Apesar desse crescimento, o investimento em IA ainda representa menos de 1% do PIB, e apenas uma empresa planeja construir data centers com mais de 25 gigawatts de capacidade, o que representa mais de US$ 1 trilhão em despesas de capital nos próximos anos.”

“A próxima onda de criação de valor em IA incluindo sistemas autônomos, aplicações industriais e softwares habilitados por IA, ainda está em desenvolvimento, principalmente nos mercados privados”, acrescenta Sitara Sundar, Diretora Global de Estratégia de Investimentos Alternativos. “Para capturar esse potencial e gerenciar riscos, os investidores devem navegar com cautela, priorizando a seleção de gestores e o acesso em um setor cada vez mais competitivo.”

  1. Fragmentação: A nova força nos investimentos globais

Com a desaceleração da globalização devido a um cenário geopolítico incerto a América do Norte, Europa, Ásia e América Latina estão redefinindo seus papéis e oportunidades, em um mundo guiado por interesses regionais. Novos blocos econômicos, mudanças em segurança, comércio e câmbio exigem dos investidores resiliência e diversificação estratégica.

Na Europa, políticas fiscais ambiciosas e o aumento dos gastos em defesa estão impulsionando o crescimento econômico regional, criando um ambiente favorável para investidores atentos às oportunidades locais. Erik Wytenus, Diretor de Estratégia de Investimentos para Europa, Oriente Médio e África, destaca: “A resposta da Europa a esta nova era é decisiva, marcada pelo ambicioso estímulo fiscal alemão e pelo aumento dos gastos na defesa europeia, o que deverá impulsionar as perspectivas de crescimento na região.” Além disso, os mercados privados europeus apresentam um vasto conjunto de oportunidades frequentemente negligenciadas por investidores globais, já que “97% das empresas europeias com receita acima de €100 milhões são privadas.”

Na América Latina, o papel estratégico da região nas cadeias globais de suprimentos e na transição energética é cada vez mais relevante para o futuro da indústria e da inteligência artificial. A América do Sul concentra 40% da produção mundial de cobre e 38% das reservas globais, além de contar com uma infraestrutura logística bem estabelecida. Nur Cristiani, Diretor de Estratégia de Investimentos para América Latina, reforça: “A América Latina é uma força indispensável nas cadeias de suprimentos globais e na transição energética, alimentando o futuro da indústria e da IA. Com os bancos centrais se aproximando do final dos seus ciclos de flexibilização, as perspectivas para as moedas e o crescimento são encorajadoras, tanto a curto como a longo prazo.”

Na Ásia, o crescimento do superávit comercial da China e o fortalecimento dos laços com o Sudeste Asiático ampliam a influência global da região, enquanto a inovação tecnológica impulsiona setores estratégicos. Grace Peters, Codiretora de Estratégia de Investimento Global no J.P. Morgan Private Bank, observa: “Vemos oportunidades de destaque em toda a Ásia – principalmente na Índia e nos setores de tecnologia e exportação de Taiwan, impulsionadas pelo seu crescimento independente. Na China, a inovação tecnológica em IA, plataformas de consumo e veículos elétricos está alimentando retornos impressionantes e moldando uma economia digital dinâmica.” Para os investidores, a região oferece oportunidades em evolução definidas por eficiência, inovação e competitividade.

  1. Além dos títulos: Navegando pelo novo cenário inflacionário

O aumento da inflação desde 2022, junto com déficits governamentais, mudou o cenário de investimentos, trazendo mais incerteza e pressão sobre preços. O impacto gradual, mas significativo, da inflação é agora central para o desempenho das carteiras de longo prazo, exigindo atenção a fatores estruturais como capacidade produtiva, balanços sólidos dos consumidores, resiliência das cadeias de suprimentos e ativismo fiscal.

“Os títulos continuam essenciais na construção de carteiras, mas é preciso ir além da renda fixa tradicional para enfrentar a inflação persistente e a volatilidade das taxas”, afirma Stephen Parker. “Complementar títulos com commodities, ativos reais e fundos de hedge não correlacionados proporciona diversificação e proteção em um contexto de inflação elevada.”

Tags: EmpresasInteligência ArtificialInvestimentosJP MorganMercadoNegócios
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Formação acadêmica Jornalismo Universidade Presbiteriana Mackenzie

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