• Cadastre-se
  • Colunistas
  • Contato
  • Home
  • Política de privacidade
quarta-feira, 3 junho, 2026
Business Moment
  • Assine nossa newsletter
  • Login
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
Sem resultados
Ver todos resultados
Business Moment
Sem resultados
Ver todos resultados
Home Meio Ambiente

Relatório da Universidade das Nações Unidas alerta para falência hídrica global

João Pedro Camargo Corenciuc por João Pedro Camargo Corenciuc
23/02/2026
em Meio Ambiente
A A
Relatório da Universidade das Nações Unidas alerta para falência hídrica global
Divulgação

Relatório da Universidade das Nações Unidas alerta para falência hídrica global Divulgação

LEIA TAMBÉM

BNDES capta R$ 1 bilhão com ICO para financiar projetos verdes no Brasil

Unesp amplia atendimento à fauna silvestre com novas estruturas nos câmpus de Botucatu e Araçatuba

Um novo relatório da Universidade das Nações Unidas (UNU), por meio do seu Institute for Water, Environment and Health (UNU-INWEH), afirma que o planeta entrou em uma era de falência hídrica global, na qual diversos sistemas de água já não conseguem retornar aos níveis históricos de disponibilidade. Esse cenário reforça a necessidade de soluções estruturais como o reuso de água para garantir segurança hídrica.

No estudo Global Water Bankruptcy: Living Beyond Our Hydrological Means in the Post-Crisis Era, a UNU-INWEH afirma que “o mundo ultrapassou uma crise hídrica e entrou em um estado de falência hídrica global”. O documento indica que a escassez deixou de ser um evento pontual para se tornar uma condição estrutural em várias regiões.

O estudo afirma que “as sociedades retiraram mais água do que o clima e a hidrologia podem fornecer de forma confiável” e alerta que, “em grande parte do mundo, o ‘normal’ deixou de existir”. Segundo os pesquisadores, os sistemas hídricos poderão não retornar aos seus patamares históricos.

Diante desse cenário, o relatório defende três movimentos estruturais: reduzir e reequilibrar a demanda em setores intensivos em água, proteger e buscar restaurar o capital natural hídrico – como rios, aquíferos e áreas úmidas — e abandonar a lógica de gestão de crises pontuais para adotar uma gestão de longo prazo baseada em limites reais de disponibilidade.

Embora o relatório não mencione tecnologias específicas, ele defende uma reorganização estrutural dos sistemas de uso da água e a redução da pressão sobre fontes naturais, que por sua vez devem ser protegidas e até restauradas.

É justamente nesse ponto que soluções como o reuso ganham relevância prática. Ao utilizarmos a água reciclada em processos industriais e irrigação agrícola, é possível reduzir a pressão sobre mananciais estratégicos, preservar reservas naturais e reorganizar o uso do recurso dentro de uma lógica mais circular. Da mesma forma utilizar água reciclada de alta qualidade na recarga de mananciais e aquíferos, pode promover a adaptação necessária de cidades ou regiões aos novos ciclos hidrológicos e garantir a segurança hídrica para todos os fins, inclusive o abastecimento público, como já é praticado em países como Namíbia, África do Sul, Cingapura, Estados Unidos, e Espanha.

“O estudo da Universidade das Nações Unidas mostra que a escassez não é mais um evento isolado, mas uma tendência estrutural. Soluções como a reciclagem devem ser incorporadas à infraestrutura básica de saneamento como parte essencial da segurança hídrica das cidades, da indústria e da agricultura”, afirma Márcio José, CEO da Aquapolo Ambiental.

A Aquapolo Ambiental é o maior empreendimento de água reciclada voltado à indústria no Brasil, operando há 13 anos e garantindo a segurança hídrica para importantes clientes industriais na região do ABC Paulista. A tecnologia permite substituir parte da demanda por água potável em processos produtivos, aliviando a pressão sobre mananciais.

Com uma capacidade de produção de até 1m³ por segundo – uma das maiores no mundo, a Aquapolo mostra que é possível transformar o que antes era descartado em um insumo estratégico. O projeto evita o consumo de até 10 bilhões de litros de água potável por ano, ajudando a preservar represas e rios e tornando a região mais resiliente às mudanças climáticas.

A íntegra do relatório da UNU pode ser conferida por meio do link.

Tags: EmpresasESGMeio AmbienteMercadoSustentabilidade
Anterior

ANEF divulga desempenho do crédito para veículos em 2025

Próximo

Café brasileiro aguarda impacto da suspensão de tarifas nos EUA

João Pedro Camargo Corenciuc

João Pedro Camargo Corenciuc

Formação acadêmica Jornalismo Universidade Presbiteriana Mackenzie

Leia também

BNDES lança plataforma de acompanhamento do Fundo Clima
Meio Ambiente

BNDES capta R$ 1 bilhão com ICO para financiar projetos verdes no Brasil

por João Pedro Camargo Corenciuc

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) captou R$ 1 bilhão (US$ 200 milhões) junto ao Instituto de Crédito Oficial...

Leia maisDetails
Unesp amplia atendimento à fauna silvestre com novas estruturas nos câmpus de Botucatu e Araçatuba

Unesp amplia atendimento à fauna silvestre com novas estruturas nos câmpus de Botucatu e Araçatuba

Governo de SP retira mais de 164 toneladas de lixo do mar no litoral paulista

Governo de SP retira mais de 164 toneladas de lixo do mar no litoral paulista

Tetiaroa registra recuperação histórica de caranguejos e aves marinhas

Tetiaroa registra recuperação histórica de caranguejos e aves marinhas

Novas tecnologias ajudam brigadistas a combater incêndios no Cerrado

Novas tecnologias ajudam brigadistas a combater incêndios no Cerrado

Desmatamento no Brasil registra queda em 2025

Desmatamento no Brasil registra queda em 2025

Próximo

Café brasileiro aguarda impacto da suspensão de tarifas nos EUA

Convênio entre USP e Prefeitura de Ribeirão Preto viabiliza expansão do SUPERA Parque

Convênio entre USP e Prefeitura de Ribeirão Preto viabiliza expansão do SUPERA Parque

Vidalink reestrutura operação e projeta crescimento de 25% ao ano

Vidalink reestrutura operação e projeta crescimento de 25% ao ano

Business Moment

© 2025 Business Moment.

  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Bem-vindo!

Acesse sua conta

Esqueceu a senha?

Recuperar senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Entrar
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nosso Política de Privacidade.