Pelo segundo ano consecutivo, a UCB Power, empresa brasileira especializada em soluções de baterias e sistemas de armazenamento por meio da Unipower, figura entre as três marcas de baterias mais lembradas pelos integradores no Brasil, de acordo com o Estudo Greener 2025. Mais do que um reconhecimento de mercado, esse resultado evidencia uma transformação relevante no setor, especialmente nos critérios de decisão dos profissionais que atuam na ponta.
O resultado ganha ainda mais relevância diante do cenário vivido pelo setor em 2025, um ano marcado por contrastes, onde o mercado solar continuou atraindo bilhões em investimentos e expandindo a sua base instalada, mas também enfrentou uma retração importante, impulsionada por restrições de conexão, aumento do custo de capital e desafios regulatórios.
Esse contexto acelerou um movimento inevitável: o amadurecimento do mercado. Mesmo diante da redução no volume de propostas comerciais, a taxa de conversão atingiu níveis recordes. O dado revela um integrador mais criterioso, técnico e orientado à eficiência. A lógica deixou de ser volume e passou a ser qualidade, tanto na venda quanto na escolha de parceiros e fornecedores.
Paralelamente, o perfil do consumidor também evoluiu. Se antes a decisão era predominantemente guiada pelo payback, hoje passa a incorporar atributos como segurança energética, confiabilidade e independência. Não por acaso, soluções híbridas e sistemas com armazenamento ganharam protagonismo e já fazem parte do portfólio da maioria dos integradores.
“No atual momento em que vivemos no mercado de energia, a lembrança de marca deixa de ser apenas uma métrica de marketing e passa a refletir a confiança construída no campo. Estar entre as marcas mais lembradas significa ter presença consistente nos projetos, desempenho comprovado e proximidade real com o integrador”, afirma Leonardo Carmo, Diretor Comercial da UCB Power.
Ao mesmo tempo, o setor ainda apresenta características típicas de um mercado em consolidação. A alta fragmentação, com grande parte das empresas surgindo nos últimos cinco anos, reforça um ambiente competitivo, dinâmico e em processo contínuo de profissionalização.
“Olhando para frente, os desafios permanecem, especialmente em relação à infraestrutura de rede e à viabilização técnica dos projetos. No entanto, as oportunidades são ainda mais relevantes”, destaca o executivo. “A energia solar no Brasil deixou de ser apenas uma alternativa econômica e hoje ocupa um papel central na estratégia energética de empresas e consumidores. E, nesse novo contexto, marcas que entregam confiança, tecnologia e consistência tendem a ganhar ainda mais relevância”, conclui.









