O Banco Bmg encerrou o primeiro trimestre de 2026 com um lucro líquido recorrente de R$ 147 milhões, 28% acima dos R$ 115 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) atingiu 15,3% a.a. no período, avanço de 3,2 pontos percentuais ante igual trimestre de 2025. O indicador consolida uma evolução histórica e constante, saltando de 5,2%, (2023), para 10,7% (2024), 14,4% (2025) e agora para o atual patamar.
“Alcançamos uma evolução histórica no nosso retorno, seguimos provando que nossa premissa de buscar rentabilidade com responsabilidade é acertada. Somos hoje um banco mais digital e mais rentável, o que é um reflexo direto da mudança no mix da carteira e da melhoria na qualidade dos nossos ativos. Esse avanço passa fortemente pela evolução da experiência do cliente”, diz Felix Cardamone, CEO do Banco Bmg.
A estratégia focada em melhor usabilidade e em uma jornada simples se refletiu no aumento da originação via autocontratação, que passou a representar 48% do volume de originação de produtos somando R$ 1,3 bilhão no período, alta de 61% ante primeiro trimestre do ano anterior.
No portfólio de produtos, destaque para a expansão do crédito consignado privado, que apresentou um crescimento de 180% na originação do trimestre, atingindo R$ 570 milhões. Já a carteira de crédito do produto atingiu R$ 875 milhões. Com a oferta iniciada pelo banco no final de 2025, o volume representa uma aceleração do produto, com alta de 209% em relação ao registrado no quarto trimestre de 2025 e em linha com a estratégia de avançar no mercado endereçável.
A transparência no relacionamento e a dedicação em melhorar a experiência omnichannel trouxeram resultados expressivos no engajamento com os mais de 9 milhões de clientes da instituição. Como reflexo direto dessa atuação, o Bmg alcançou um índice de 91% de satisfação no atendimento e a marca de 2,2 produtos por cliente, crescimento de 6,2% no cross-sell.
A carteira de crédito encerrou o primeiro trimestre de 2026 em R$ 24 bilhões, alta de 3,9% na comparação com o trimestre anterior e retração de 10,2% ante igual período de 2025, reflexo de mudanças no mix e melhora na qualidade dos ativos, com foco em uma carteira mais rentável. O índice de inadimplência acima de 90 dias encerrou o período em 3,7%, redução de 0,4 p.p. ante igual período de 2025.
A margem financeira após o custo de crédito subiu 10,1% para R$ 853 milhões, enquanto o índice de eficiência encerrou o trimestre em 52,5%. O Bmg encerrou o primeiro trimestre de 2026 com Índice de Basileia de 12,9%, o que representa aumento de 0,7p.p em relação ao ano anterior.
