O Banco Mundial reduziu a previsão de crescimento da economia brasileira para 1,6 por cento em 2026. A estimativa anterior indicava expansão maior, mas foi revisada diante de fatores internos e externos.
Segundo a instituição, o nível elevado de juros no país limita o consumo e os investimentos, o que reduz o ritmo da atividade econômica.
Juros altos e cenário global pesam na economia
O relatório aponta que as condições financeiras restritivas dificultam a expansão da economia. O custo do crédito elevado impacta empresas e consumidores.
Além disso, o ambiente internacional mais incerto contribui para a revisão da projeção. A desaceleração global e as tensões geopolíticas afetam o desempenho de países emergentes.
América Latina também tem crescimento limitado
O Banco Mundial também revisou as projeções para a América Latina. A região deve crescer em ritmo moderado, com desafios semelhantes aos enfrentados pelo Brasil.
Entre os fatores estão juros elevados, inflação persistente e menor dinamismo da economia global. Esses elementos reduzem o potencial de expansão no curto prazo.
Perspectiva depende de ajustes econômicos
A melhora do cenário depende de fatores como redução dos juros, controle da inflação e avanço de reformas estruturais. Esses elementos podem contribuir para destravar investimentos e estimular o crescimento.
O Banco Mundial avalia que o país mantém potencial de expansão, mas ressalta a necessidade de ajustes para sustentar um ritmo mais elevado nos próximos anos.









