• Cadastre-se
  • Colunistas
  • Contato
  • Home
  • Política de privacidade
quinta-feira, 4 junho, 2026
Business Moment
  • Assine nossa newsletter
  • Login
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
Sem resultados
Ver todos resultados
Business Moment
Sem resultados
Ver todos resultados
Home Economia

Estatais federais registram déficit de R$ 4,1 bilhões no 1º bimestre

João Pedro Camargo Corenciuc por João Pedro Camargo Corenciuc
01/04/2026
em Economia
A A

LEIA TAMBÉM

Inflação de automóveis usados acelera para 0,43% em maio

ONU define quatro novos integrantes para o Conselho de Segurança

As empresas estatais federais registraram um déficit de R$ 4,16 bilhões no primeiro bimestre de 2026, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira (31). O resultado é o pior da série histórica iniciada em 2002, superando o recorde negativo anterior para o período, que havia sido estabelecido em 2024. A deterioração das contas é alarmante, visto que o rombo acumulado em apenas dois meses já representa cerca de 80% de todo o déficit registrado por essas companhias ao longo de 2025.

O principal fator de pressão sobre o balanço consolidado é a crise financeira enfrentada pelos Correios. A estatal, que já vinha operando no vermelho, viu sua situação fiscal se agravar, contribuindo significativamente para o saldo negativo do bimestre. Além dos Correios, o levantamento do Banco Central abrange outras empresas como Infraero, Serpro, Dataprev e Casa da Moeda, mas exclui gigantes que não dependem diretamente do orçamento federal para investimentos, como a Petrobras e os bancos públicos (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal).

Especialistas apontam que o aumento de 320% no déficit em comparação ao mesmo período do ano passado acende um alerta sobre a gestão e a eficiência operacional dessas entidades. No ano anterior, as estatais fecharam o exercício com um saldo negativo de R$ 5,1 bilhões, valor que deve ser superado rapidamente caso o ritmo de perdas atual se mantenha. O impacto fiscal dessas perdas é direto, uma vez que o Tesouro Nacional acaba sendo acionado para garantir a continuidade das operações e o pagamento de dívidas dessas empresas.

Enquanto as estatais federais puxaram o resultado para baixo, os governos regionais (estados e municípios) atuaram como um contrapeso positivo, registrando um superávit de R$ 13,7 bilhões em fevereiro. No entanto, o desempenho das empresas controladas pela União, somado ao déficit do Governo Central, contribuiu para que a dívida bruta do setor público avançasse para 79,2% do PIB, atingindo o montante de R$ 10,2 trilhões. O cenário reforça a urgência de reformas estruturais para conter o dreno de recursos públicos.

A perspectiva para o restante do ano é de monitoramento intenso por parte do Ministério da Fazenda. O governo já revisou a previsão de déficit das estatais para 2026, elevando a estimativa de R$ 1,07 bilhão para R$ 1,52 bilhão — valor que, diante dos números do primeiro bimestre, parece subestimado. A estratégia de recuperação deve passar pelo enxugamento de custos operacionais e pela revisão de contratos em empresas críticas, visando mitigar o impacto negativo no resultado primário do país.

Tags: Banco CentralDéficitEconomiaEstatais
Anterior

Juros altos e guerra pressionam novo ministro da Agricultura

Próximo

Expert Trader XP consolida primeira edição como marco para o trading no Brasil 

João Pedro Camargo Corenciuc

João Pedro Camargo Corenciuc

Formação acadêmica Jornalismo Universidade Presbiteriana Mackenzie

Leia também

Preço do Gás Natural dispara na região Sudeste
Economia

Inflação de automóveis usados acelera para 0,43% em maio

por João Pedro Camargo Corenciuc

No mês de maio, o IBV Auto, índice do banco BV que mede a variação de preços de automóveis leves...

Leia maisDetails
Central de Custódia assume compromisso junto à ONU

ONU define quatro novos integrantes para o Conselho de Segurança

Emprego privado nos EUA acelera em maio, segundo relatório ADP

Emprego privado nos EUA acelera em maio, segundo relatório ADP

B3 anuncia novo índice que agrega BDRs de empresas brasileiras

Investidores estrangeiros promovem maior retirada mensal da B3 em quase quatro anos

Goldman Sachs reduz probabilidades de recessão nos EUA

EUA propõem tarifas contra 60 países por falhas no combate ao trabalho forçado

Gasolina recua 0,35% na 1ª quinzena de janeiro

Governo federal aprova subsídio de R$ 1,12 por litro de diesel até dezembro

Próximo
aculdade XP oferece 16 mil bolsas em programa gratuito de formação de assessores de investimento

Expert Trader XP consolida primeira edição como marco para o trading no Brasil 

Ibovespa recua e dólar fica estável com tensão externa

Ibovespa recua e dólar fica estável com tensão externa

Colheita de grãos de cooperados da Capal alcança 70% da área nesta safra de verão

Colheita de grãos de cooperados da Capal alcança 70% da área nesta safra de verão

Business Moment

© 2025 Business Moment.

  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Bem-vindo!

Acesse sua conta

Esqueceu a senha?

Recuperar senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Entrar
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nosso Política de Privacidade.