• Cadastre-se
  • Colunistas
  • Contato
  • Home
  • Política de privacidade
segunda-feira, 20 julho, 2026
Business Moment
  • Assine nossa newsletter
  • Login
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
Sem resultados
Ver todos resultados
Business Moment
Sem resultados
Ver todos resultados
Home Empresas

Kronan fecha 1º empreendimento e projeta R$ 100 milhões em VGV até o final de 2026

João Pedro Camargo Corenciuc por João Pedro Camargo Corenciuc
18/05/2026
em Empresas
A A

LEIA TAMBÉM

NetApp compra DataPelago e acelera em até 10 vezes o uso de dados para inteligência artificial

Nestlé investirá R$ 540 milhões na fábrica de Araçatuba

Em São Paulo, o déficit habitacional já chega a 1,6 milhão de moradias. O Minha Casa Minha Vida, criado para reduzir esse número, passou a exigir em suas diretrizes mais recentes terrenos bem localizados, próximos a transporte público, serviços e infraestrutura urbana. Esses terrenos existem em grande quantidade na cidade, mas têm uma característica que limita sua utilização: são pequenos. No modelo construtivo convencional, isso significa inviabilidade.

É nesse contexto que a Kronan avança. A empresa acaba de fechar seu primeiro terreno para a construção de um empreendimento do programa na zona leste de São Paulo, com VGV de R$ 20 milhões. Outros dois terrenos estão em fase de diligenciamento e, até o fim de 2026, a companhia projeta alcançar R$ 100 milhões em VGV acumulado dentro do MCMV.

A oportunidade surge de um desalinhamento entre os modelos construtivos disponíveis. De um lado, o método tradicional, pressionado pelo apagão de mão de obra. De outro, sistemas industrializados como formas de concreto, que exigem escala e terrenos maiores para se justificar. A Kronan atua justamente nesse intervalo ao produzir seus painéis em fábrica, em Itupeva, e realizar apenas a montagem no canteiro, com equipe reduzida e menor impacto urbano. Esse é o mesmo método que recentemente permitiu a construção de 2.000 metros quadrados no Brooklin em 28 dias úteis, com sete operários, enquanto uma obra convencional de porte semelhante levaria cerca de seis meses e mobilizaria aproximadamente 35 trabalhadores por dia.

A implicação vai além de um projeto pontual. Empresas listadas em bolsa com forte atuação no MCMV enfrentam hoje o mesmo gargalo: terrenos bem localizados acabam sendo descartados por limitações físicas de execução. O modelo validado pela Kronan na zona leste abre espaço para parcerias com essas companhias, permitindo o acesso a um estoque de terrenos que até então permanecia fora do radar.

“A Kronan tem o hábito de resolver problemas antes de eles se tornarem urgentes. Primeiro foi a falta de mão-de-obra para atuação nos canteiros. Agora, com o MCMV priorizando terrenos bem localizados e a escassez de espaço nas cidades se tornando um problema real para o setor, o que desenvolvemos nos últimos anos se torna exatamente o que o mercado precisa.”, afirma Martin Paul Schwark, CTO da Kronan.

Na prática, a mudança recente nas regras do programa reforça esse cenário ao ampliar o acesso ao crédito e aumentar a pressão sobre terrenos bem localizados nas cidades.

“As novas regras do Minha Casa, Minha Vida ampliam o acesso das famílias e aumentam a demanda por terrenos bem localizados nas cidades. O desafio, no entanto, não é apenas financeiro, mas também físico e construtivo. Em áreas urbanas densas, os terrenos continuam pequenos e complexos para o modelo tradicional de obra. É exatamente nesse ponto que a construção industrializada se torna decisiva para viabilizar projetos que antes não fechavam”, afirma Martin.

O momento do programa reforça esse movimento. A recente ampliação do MCMV, que passou a incluir famílias com renda de até R$ 13 mil e imóveis de até R$ 600 mil, aumentou o alcance do crédito e tende a impulsionar lançamentos. Ao mesmo tempo, o setor acompanha com cautela discussões sobre o uso do FGTS para quitação de dívidas, já que o fundo segue como um dos principais pilares do financiamento imobiliário no país. Em 2025, respondeu por cerca de 43% dos novos financiamentos, o equivalente a R$ 138 bilhões, o que evidencia sua relevância para sustentar o crescimento do programa.

Nesse cenário, o MCMV se expande em demanda e acesso, mas mantém desafios estruturais na ponta da execução. A ampliação do crédito e o maior número de famílias elegíveis aumentam a pressão sobre terrenos bem localizados, que seguem limitados por restrições físicas e construtivas. É nesse ponto que a Kronan se posiciona ao viabilizar projetos em áreas onde o modelo tradicional não consegue operar.

Tags: EmpresasInvestimentosKronanMercadoNegócios
Anterior

Diretoria de Negócios Internacionais da M. Dias Branco completa 10 anos com presença em mais de 40 países

Próximo

Nomos compra Gamma e mira nova fase de consolidação entre escritórios de investimento

João Pedro Camargo Corenciuc

João Pedro Camargo Corenciuc

João Pedro Camargo é jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. 

Leia também

NetApp compra DataPelago e acelera em até 10 vezes o uso de dados para inteligência artificial
Empresas

NetApp compra DataPelago e acelera em até 10 vezes o uso de dados para inteligência artificial

por João Pedro Camargo Corenciuc

A NetApp (NASDAQ: NTAP), empresa de Infraestrutura de Dados Inteligente, anuncia a aquisição da DataPelago, empresa de infraestrutura de dados...

Leia maisDetails
Nestlé investirá R$ 540 milhões na fábrica de Araçatuba

Nestlé investirá R$ 540 milhões na fábrica de Araçatuba

Lynv prepara expansão regional e aposta em distribuidoras para ampliar presença no Brasil 

Lynv prepara expansão regional e aposta em distribuidoras para ampliar presença no Brasil 

Yuno, Nauta e OpenAI promovem hackathon de IA e pagamentos na América Latina

Yuno, Nauta e OpenAI promovem hackathon de IA e pagamentos na América Latina

GPA informa renúncia de Fréderic Garcia ao cargo de Diretor de Negócios

GPA nega favorecimento a credores em plano de recuperação extrajudicial

Raízen vende Usina Caarapó à Adecoagro por R$ 760 milhões

Raízen vende Usina Caarapó à Adecoagro por R$ 760 milhões

Próximo
Nomos compra Gamma e mira nova fase de consolidação entre escritórios de investimento

Nomos compra Gamma e mira nova fase de consolidação entre escritórios de investimento

Dono do Bondinho quer faturar R$ 1 bilhão vendendo novas experiências turísticas

Dono do Bondinho quer faturar R$ 1 bilhão vendendo novas experiências turísticas

Nestlé Brasil anuncia movimentações nas Diretorias de Marketing

Nestlé apresenta case sobre agricultura regenerativa durante a Brazil Climate Investment Week 2026

Business Moment

© 2025 Business Moment.

  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Bem-vindo!

Acesse sua conta

Esqueceu a senha?

Recuperar senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Entrar
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nosso Política de Privacidade.