• Cadastre-se
  • Colunistas
  • Contato
  • Home
  • Política de privacidade
quarta-feira, 17 junho, 2026
Business Moment
  • Assine nossa newsletter
  • Login
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
Sem resultados
Ver todos resultados
Business Moment
Sem resultados
Ver todos resultados
Home Tecnologia

“Resolver rápido não significa resolver bem”: empresas devem repensar métricas para fidelizar clientes, diz especialista

Murilo Rodrigues por Murilo Rodrigues
17/06/2026
em Tecnologia
A A

LEIA TAMBÉM

Oakmont mira dobrar de tamanho com foco em cibersegurança

Lenovo nomeia Claudio Stopatto para liderar infraestrutura na América Latina

A velocidade virou uma das métricas mais acompanhadas pelas empresas no relacionamento com clientes. Dashboards monitoram segundos de espera, metas pressionam equipes por volume e a automação promete ganho de escala. Ainda assim, especialistas alertam que rapidez não pode ser confundida com qualidade de atendimento.

Para Alexandre Slivnik, especialista em encantamento de clientes, vice-presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento e diretor executivo do IBEX, instituto de excelência empresarial com sede em Orlando, medir sucesso apenas por produtividade criou uma distorção nas operações de atendimento.

“A eficiência é importante, mas ela nunca pode ser mais importante do que a humanização. Resolver rápido não significa necessariamente resolver bem. O cliente quer sentir que foi ouvido, compreendido e respeitado”, afirma.

Velocidade não garante boa experiência

Com a expansão da automação e da inteligência artificial no atendimento, muitas empresas passaram a tratar indicadores operacionais como objetivo final. Tempo médio de resposta, quantidade de chamados resolvidos e produtividade por hora seguem relevantes, mas não contam toda a história da jornada do consumidor.

Segundo Slivnik, modelos excessivamente robotizados podem funcionar bem nos relatórios internos, mas nem sempre criam vínculo com o cliente.

“Modelos excessivamente robotizados até podem ser eficientes no papel, mas raramente criam vínculo. O consumidor não quer apenas uma resposta, ele quer uma boa experiência”, diz.

O risco aparece quando equipes são avaliadas apenas pela velocidade. Nesses casos, a tendência é encurtar interações, priorizar volume e resolver demandas de forma superficial. O resultado pode ser um cliente que retorna pelo mesmo problema, deixa de comprar ou abandona a marca sem fazer reclamação formal.

Métricas precisam incluir satisfação e relacionamento

Para o especialista, indicadores de eficiência continuam importantes, especialmente em operações de grande escala. O ponto é que eles precisam ser combinados com métricas que reflitam a percepção real do consumidor.

Entre os indicadores que ganham peso estão satisfação, resolução no primeiro contato, fidelização, qualidade do relacionamento e recorrência de problemas.

“O consumidor não mede apenas se o problema foi resolvido. Ele mede como se sentiu durante esse processo. Essa memória emocional influencia diretamente a decisão de continuar ou não com a marca”, afirma Slivnik.

Relatórios como o Zendesk CX Trends 2025 e o Qualtrics 2025 Consumer Trends Report, citados no material, apontam que consumidores esperam interações rápidas, mas também personalizadas, contextualizadas e capazes de gerar confiança.

IA deve apoiar, não esfriar relações

A inteligência artificial deve continuar ganhando espaço no atendimento ao cliente. A tecnologia ajuda a organizar demandas, acelerar respostas, automatizar tarefas repetitivas e ampliar a capacidade das equipes.

Para Slivnik, porém, a diferenciação competitiva ainda dependerá da capacidade de preservar conexão humana nos momentos mais importantes da jornada.

“A tecnologia deve acelerar processos, não esfriar relações. Quando usada para apoiar pessoas e não para substituir completamente a experiência humana, ela se torna uma aliada poderosa”, afirma.

Tags: Alexandre Slivnikatendimento ao clienteAutomaçãoCXExperiência do clienteInteligência ArtificialRelacionamento
Anterior

Trisul muda comando e anuncia novo CEO

Próximo

Quem é Kevin Warsh, novo presidente do Federal Reserve

Murilo Rodrigues

Murilo Rodrigues

Murilo Rodrigues é jornalista formado pela PUCRS, com atuação nas áreas de conteúdo digital, SEO e tendências. Ao longo da carreira, participou da produção de conteúdos voltados à tecnologia, comportamento e inovação, com passagem por veículos como TechTudo e GZH. Tem experiência na construção de narrativas digitais estratégicas, unindo apuração, linguagem contemporânea e análise de tendências. Pautas em [email protected]

Leia também

Oakmont mira dobrar de tamanho com foco em cibersegurança
Tecnologia

Oakmont mira dobrar de tamanho com foco em cibersegurança

por Murilo Rodrigues

A Oakmont Group anunciou uma nova fase de expansão no mercado de tecnologia. A companhia fechou 2025 com receita de...

Leia maisDetails
Lenovo nomeia Claudio Stopatto para liderar infraestrutura na América Latina

Lenovo nomeia Claudio Stopatto para liderar infraestrutura na América Latina

Tecnologia vira saída para restaurantes que querem crescer sem perder controle

Tecnologia vira saída para restaurantes que querem crescer sem perder controle

Por que ferramentas caras não bastam para proteger empresas de ataques digitais

Por que ferramentas caras não bastam para proteger empresas de ataques digitais

De cliente a CEO, Guilherme Carrullo quer levar a MXM a R$ 120 milhões

De cliente a CEO, Guilherme Carrullo quer levar a MXM a R$ 120 milhões

CostaFoods adota SAP S/4HANA Cloud para modernizar gestão

CostaFoods adota SAP S/4HANA Cloud para modernizar gestão

Próximo
Quem é Kevin Warsh, novo presidente do Federal Reserve

Quem é Kevin Warsh, novo presidente do Federal Reserve

China Corta Juros a Mínimos Históricos para Reativar Economia

Governo chinês acelera estratégia de internacionalização do yuan

Startup usa IA treinada com 18 milhões de documentos para acelerar auditorias fiscais

Startup usa IA treinada com 18 milhões de documentos para acelerar auditorias fiscais

Business Moment

© 2025 Business Moment.

  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Bem-vindo!

Acesse sua conta

Esqueceu a senha?

Recuperar senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Entrar
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nosso Política de Privacidade.