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Home Agronegócio

Milho brasileiro atinge novo patamar de produtividade e supera 369 sacas por hectare

João Pedro Camargo Corenciuc por João Pedro Camargo Corenciuc
24/06/2026
em Agronegócio
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Na categoria irrigado, a Agrícola Binsfeld, de Palmeira das Missões (RS), liderou com 359,61 sc/ha
Divulgação

Na categoria irrigado, a Agrícola Binsfeld, de Palmeira das Missões (RS), liderou com 359,61 sc/ha Divulgação

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Os resultados do Concurso Getap Verão 2026 confirmaram, mais uma vez, o avanço da tecnologia e da gestão agrícola na cultura do milho brasileiro. Com produtividades recordes e participação crescente de produtores de diferentes regiões, a edição deste ano consolidou o potencial produtivo do país e evidenciou a disseminação de conhecimento técnico e inovação no campo.

Segundo Gustavo Capanema, coordenador técnico do Grupo Tático de Produtividade do Milho (Getap), o desempenho obtido nesta safra reforça a evolução contínua do grão em diferentes ambientes produtivos. “Em resumo, o Getap Verão deste ano foi um grande sucesso em termos de resultados, adesão, tecnologias e desempenho geral. Tivemos recordes quebrados e a tendência é manter esse crescimento. Cada ano traz um desafio diferente, seja em relação ao clima, à pressão de pragas ou a outras intempéries. Ainda assim, o produtor mostra que está sempre preparado para enfrentá-los”, destaca.

Na Região Oeste, onde a área destinada ao milho verão é menor em comparação a outras áreas produtoras, o concurso demonstrou que o potencial produtivo continua elevado. O primeiro lugar na categoria sequeiro ficou com Thomas David Peixoto, de Costa Rica (MS), que alcançou produtividade de 208,28 sacas por hectare.

Já na Região Norte, a Bahia voltou a se destacar nacionalmente. Marcelino Flores de Oliveira, de Formosa do Rio Preto, liderou a categoria sequeiro, com 315,37 sacas por hectare. Na sequência, aparece João Antônio Gorgen, também de Formosa do Rio Preto, com duas marcas: 274,25 e 272,44 sc/ha. Completam a lista de vencedores o agricultor Johnny Alberto Quesinski, de Luís Eduardo Magalhães (258,91 sc/ha), Olmiro Flores de Oliveira, de Riachão das Neves (257,51 sc/ha), e Eduardo Faccioni, de Correntina (234,05 sc/ha).

Conforme analisa Capanema, o Norte deu sequência ao desempenho registrado no ano passado, com resultados surpreendentes, também acima de 300 sc/ha. “Isso demonstra a força baiana e de outras regiões. Ao observarmos o top 5 da Bahia no sequeiro, vemos produtividades elevadas, o que ficou muito positivo”, ressalta.

A força de Minas Gerais ficou evidente nos resultados da Região Centro. Na categoria irrigado, a liderança foi da Fazenda Nacional AgroFarm, de São Gonçalo do Sapucaí, com 289,55 sc/ha. Também figuraram entre os destaques Olindo Cesar Corso, de Bambuí (287,64 sc/ha), Alexandre Avelar, de Três Corações (280,89 sc/ha), Antônio Roberto Bergamasco, de Perdizes (267,01 sc/ha), e Matheus Miaki, de Patrocínio, com dois resultados entre os seis melhores colocados, alcançando 261,69 e 237,54 sc/ha.

No Centro, categoria sequeiro, Marcelo Sanfelice, de Ibiá (MG), conquistou o primeiro lugar, com 307,71 sc/ha. Diego Vettori, de Campanha, ficou em segundo, com 299,13 sc/ha, seguido por Marcus Veiga e Carlos Fábio Rivelli, ambos de São João del Rei, com 282,73 e 281,81 sc/ha, respectivamente. José Marcio Piassa e Família, de Araguari, registrou 279,36 sc/ha, enquanto Vander Andrade, de Luminárias, fechou o ranking dos seis melhores com 278,79 sc/ha.

“Na Região Centro, tanto no sequeiro quanto no irrigado, os resultados mostraram mais uma vez que não apenas o Sul do estado se destacou, mas também o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. Foram produtividades acima de 300 sacas e médias próximas desse patamar nas duas categorias, números realmente impressionantes, que reforçam a importância da regionalização”, afirma o coordenador técnico.

Os maiores números do concurso, entretanto, vieram da Região Sul. Na categoria irrigado, a Agrícola Binsfeld, de Palmeira das Missões (RS), liderou com 359,61 sc/ha. Também integraram o ranking Thailo Bevilaqua, de Santa Bárbara do Sul (357,63 sc/ha), Avelino Menegaz, de Jacutinga (338,34 sc/ha), Valdir Fantini, de Vila Lângaro (334,07 sc/ha), Thales Antônio Scalco, de Campo Novo (331,09 sc/ha), e Raul von Mühlen, de Dois Irmãos das Missões (319,22 sc/ha).

No Sul nacional, na categoria sequeiro, Eduardo Pletz, de Guarapuava (PR), alcançou o maior resultado de todo o concurso, com expressivas 369,92 sc/ha. O ranking foi completado pelo Grupo Reinhofer, de Reserva do Iguaçu (362,82 sc/ha), Agro Mallon, de Canoinhas (360,55 sc/ha), Karl Eduard Milla, de Pinhão (354,62 sc/ha), Ralf Karly, de Candói (353,23 sc/ha), e Ricardo Arthur Leh, de Guarapuava (348,97 sc/ha). “Na Região Sul, como já divulgado anteriormente, tivemos recordes expressivos, com o top 10 das categorias superando os resultados do ano passado e alcançando médias excelentes”, diz Capanema.

Para o coordenador técnico, os resultados obtidos em todas as regiões demonstram que o acesso à informação e às tecnologias de produção está cada vez mais democratizado no agronegócio brasileiro. “Temos milho sendo produzido praticamente em todo o Brasil, com tetos produtivos altíssimos. Isso mostra que a tecnologia das empresas, dos técnicos, dos pesquisadores e de todos os profissionais envolvidos está sendo propagada e disseminada por todo o país”, cita o coordenador.

Além disso, para ele, independentemente da região em que o produtor esteja, é possível ter acesso a informações e ferramentas que permitem alcançar excelentes colheitas. “O produtor colheu os louros do seu trabalho e já começa a se preparar para o próximo ano, mais uma vez buscando produtividades cada vez mais elevadas”, conclui.

Tags: AgronegócioMilhoMilho BrasileiroProdutividadeSacas
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João Pedro Camargo é jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. 

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