A Schneider Electric, líder global em tecnologia de energia, já atende a cerca de 60% da população brasileira com suas soluções avançadas para redes de distribuição elétrica. A companhia tem apoiado concessionárias em todo o país a evoluir de um modelo tradicional, baseado em resolução a ocorrências, para uma conduta mais integrada, preditiva e direcionada por dados, com influências diretas na eficiência operacional, qualidade do serviço e resiliência das redes.
No centro dessa transformação está o Advanced Distribution Management System (ADMS), plataforma que integra materiais operacionais, informações climáticas, inteligência artificial (IA) e automação em um único ambiente, permitindo maior visibilidade e controle sobre toda a ação da rede elétrica. A solução conecta planejamento, prognóstico, prevenção, organização, resposta e recuperação em um fluxo contínuo, possibilitando que as distribuidoras antecipem riscos, atuem de maneira preventiva e respondam com mais rapidez e precisão a episódios críticos, especialmente à frente do incremento da frequência e intensidade de fenômenos climáticos extremos.
As consequências dessa abordagem integrada já podem ser observadas em diferentes regiões do Brasil, reforçando, na prática, o valor de uma gestão mais preditiva e orientada por dados. As soluções da Schneider Electric são utilizadas por seis dos 11 maiores grupos de distribuição de energia do país com impactos mensuráveis em indicadores regulatórios e funcionais.
Um dos avanços mais relevantes desse comportamento é a aplicação de IA e dados de satélite para o gerenciamento de vegetação próxima às redes elétricas – uma das principais causas de interrupções no fornecimento. Ao substituir práticas baseadas em ciclos fixos de manutenção por uma lógica orientada a risco, a tecnologia identifica árvores com maior probabilidade de interferência nas linhas, priorizando intervenções de modo mais assertivo. Com isso, é possível alcançar até 90% de acerto na detecção de vegetação crítica e abater em até 20% os gastos associados à gestão à medida que limita a chance de falhas e incêndios.
A capacidade de adiantamento também se estende à previsão de acontecimentos climáticos e seus efeitos na rede. A partir da integração de bases meteorológicas, geoespaciais e históricos operacionais, a solução admite prever tempestades e reconhecer áreas mais suscetíveis a defeitos com até 72 horas de antecedência, viabilizando uma alocação mais eficiente de equipes e recursos. Na realidade, isso ajuda a abreviar o tempo de reação a acontecimentos, otimizar custos operacionais e aumentar a confiabilidade do abastecimento de energia, além de apoiar decisões mais ágeis por meio da integração direta com os sistemas de operação das distribuidoras.
Em vista da expansão de serviços por eletricidade e da necessidade de uma infraestrutura mais resiliente, incentivada pela transformação digital da economia e pela transição energética, soluções que integram eletrificação, automação e digitalização assumem um papel cada vez mais estratégico. Nesse contexto, a Schneider Electric tem atuado como parceira das distribuidoras na modernização de suas operações, oferecendo tecnologias que ampliam a previsibilidade e o domínio sobre programas complexos, ao mesmo tempo em que contribuem para maior competência e sustentabilidade.
“A crescente complexidade do setor elétrico, impulsionada por eventos climáticos mais intensos e pela digitalização da economia, exige uma mudança estrutural no jeito como as redes são operadas. Hoje, a associação entre dados, automação e inteligência permite antecipar ameaças, atuar de forma preditiva e garantir maior rendimento energético e adaptação operacional. Esse é um movimento essencial para suportar o crescimento da demanda por eletricidade com segurança e sustentabilidade”, afirma Fabio Castellini, diretor de Power Systems da Schneider Electric.
