O setor de eventos movimentou mais de R$ 25 bilhões no Brasil entre janeiro e fevereiro de 2026, segundo dados da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos. O resultado indica continuidade da recuperação e expansão da atividade no país.
O desempenho reforça a relevância do segmento na economia, com impacto direto em áreas como turismo, serviços, hotelaria e transporte.
Atividade se consolida após retomada do setor
O avanço do faturamento reflete a consolidação da retomada iniciada nos últimos anos, após o período de retração causado pela pandemia. A demanda por eventos presenciais voltou a crescer, impulsionada por shows, feiras, congressos e festivais.
O aumento do público e a retomada de grandes produções contribuíram para elevar o volume financeiro movimentado no período.
O setor de eventos possui forte efeito multiplicador na economia. Além dos organizadores, a atividade envolve fornecedores, prestadores de serviços, profissionais autônomos e empresas de diferentes segmentos.
Esse encadeamento amplia o impacto econômico e gera emprego e renda em diversas regiões do país.
A retomada também está associada a mudanças no comportamento do consumidor, com maior valorização de experiências presenciais. Esse movimento tem impulsionado a realização de eventos de grande porte e diversificado o calendário nacional.
Empresas também ampliaram investimentos em eventos corporativos como estratégia de relacionamento e posicionamento de marca.
Desafios incluem custos e cenário econômico
Apesar do crescimento, o setor ainda enfrenta desafios relacionados ao aumento de custos operacionais, como estrutura, logística e serviços. O cenário de juros elevados também pode impactar o financiamento de grandes produções.
Ainda assim, a expectativa é de manutenção do ritmo de atividade ao longo de 2026, sustentada pela demanda aquecida e pela retomada consistente do setor.
Segmento reforça papel estratégico na economia
Com forte capacidade de geração de receita e empregos, o setor de eventos se consolida como um dos motores da economia de serviços no Brasil.
A tendência é de expansão contínua, com maior profissionalização e diversificação das atividades, acompanhando o crescimento do consumo por experiências no país.








