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Home Inteligência Artificial (IA)

Startup europeia de IA Conversacional Humanizada com autenticação biométrica por voz chega ao Brasil

João Pedro Camargo Corenciuc por João Pedro Camargo Corenciuc
13/07/2026
em Inteligência Artificial (IA), Startups
A A
Douglas Costa e Fabiano Cruz fundadores da AENVO
Crédito Refresh Agency

Douglas Costa e Fabiano Cruz fundadores da AENVO Crédito Refresh Agency

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A AENVO, startup europeia de IA conversacional humanizada, chega ao Brasil com o propósito de tornar o atendimento ao cliente mais acessível e intuitivo por meio da fala, proporcionando jornadas mais fluidas e sem fricção para usuários e empresas. Fundada por Douglas Costa e Fabiano Cruz, a startup tem entre seus diferenciais competitivos a oferta de autenticação biométrica em mais de 70 biomarcadores capazes de reconhecer quem está falando e quebrando uma barreira linguística que ainda é muito grande.

“Na Europa, por exemplo, continente formado por dezenas de países com línguas distintas, a intensa migração entre fronteiras transforma a barreira dos idiomas em um obstáculo no acesso a serviços essenciais, especialmente os públicos. Nosso desejo é permitir que as pessoas consigam obter aquilo que elas querem ou precisam, apenas falando. Para isso, orquestramos áudio, texto, biometria e dados de negócio num só sistema, autenticando quem fala, entendendo a demanda e executando-a em qualquer canal”, conta Douglas Costa, Co-Founder e CEO Américas da AENVO.

Com uma experiência conversacional única que une autenticação, interação e automação, a solução se diferencia dos chatbots tradicionais interagindo em linguagem natural em até 70 idiomas e dialetos. Com atuação em diferentes canais, como WhatsApp, web, RCS, totens de autoatendimento, robôs humanoides e centrais de atendimento, a AENVO assegura conformidade com as regulamentações governamentais de diversos mercados. Além disso, possibilita a evolução contínua do agente, com intervenção humana para ajustes e atualizações de sistema.

“Temos um agente de IA em processo de implementação no Centro Universitário de Jaguariúna (UniFaj), que chamamos de Duka, com habilidades para solucionar os desafios na jornada do atendimento de alunos. Ele interage com os leads que acessam o site, fornece informações sobre cursos e formas de ingresso na instituição, captura dados e demonstra o potencial de um retorno proativo. Ele também utiliza um sotaque regional que humaniza toda a interação e tem uma latência ultra-baixa. Tudo isso, através de soluções de voz”, explica Fabiano Cruz, Co-Founder e CEO EMEA da AENVO.

“O Brasil chegou a um ponto de inflexão raro: tem uma das populações mais digitalmente engajadas do mundo, segundo estudo do IBGE 2026/TIC Domicílios – 89% da população utiliza internet, um sistema de pagamentos instantâneos que virou referência global e um arcabouço regulatório — com a LGPD e o avanço do Open Finance — que cria as condições ideais para soluções como a nossa. Não é só o tamanho do mercado que nos trouxe aqui. É o momento”, reforça Fabiano.

Os principais setores que a startup tem na mira no Brasil são: varejo, visando otimizar o ciclo de compras. Na saúde, coordenando a experiência do paciente e, no mercado financeiro, integrando soluções de BaaS (Banking as a Service), home banking e plataformas financeiras. Já na área de cidadania, a AENVO quer apoiar serviços públicos na orientação de demandas do cidadão. 

As soluções da AENVO apresentam um modelo de cobrança baseado em transações realizadas, especificamente por conversas faladas. Em média, cada diálogo corresponde a uma interação de até seis minutos, com custos variando de acordo com o nível de complexidade da troca. 

Fundada em Portugal, hoje, além do Brasil, a startup está presente na Suíça, Paraguai, Espanha e Emirados Árabes Unidos. A perspectiva é continuar levando as tecnologias da AENVO a novos mercados ainda este ano. Em paralelo, a empresa tem novas soluções a serem implementadas, como um recurso focado na linguagem de sinais e novas parcerias voltadas à integração da solução a modelos de pagamento semelhantes ao Pix brasileiro, como já acontece com o MB way de Portugal e o Bizum da Espanha.

Tags: EmpresasInteligência ArtificialMercadoNegóciosStartup
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