A Yapoli foi escolhida pela CBF para gerir, distribuir e monetizar fotos e vídeos oficiais da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo. A empresa brasileira atua com Digital Asset Management, conhecido pela sigla DAM, tecnologia usada para organizar e controlar acervos digitais.
A plataforma será usada como media center global da CBF. O sistema vai centralizar os materiais produzidos por fotógrafos homologados da entidade e organizar o acesso para imprensa, jogadores, parceiros comerciais e demais públicos autorizados.
Essa iniciativa marca uma nova etapa na gestão do acervo visual da CBF. Em vez de arquivos circulando por links avulsos, drives compartilhados e envios descentralizados, a entidade passa a operar com controle de acesso, rastreabilidade, metadados e possibilidade de licenciamento comercial.
Conteúdo vira ativo estratégico
Para a Yapoli, o acordo com a CBF representa o maior momento de exposição da empresa em nove anos de operação. A startup administra mais de 10 milhões de ativos digitais para mais de 40 organizações e 200 mil usuários, em setores como varejo, indústria, mídia, entretenimento e esporte.
“O futebol é uma das maiores indústrias de conteúdo do mundo, mas boa parte desse conteúdo ainda circula de forma pouco estruturada. Uma imagem oficial da Seleção não é apenas um registro de jogo: é memória, propriedade intelectual e ativo de negócio”, afirma Adalberto Generoso, cofundador da Yapoli.
Segundo ele, cada foto produzida pela operação oficial da CBF durante a Copa passa a integrar um acervo com valor para imprensa, jogadores, patrocinadores, documentários, campanhas e construção histórica do futebol brasileiro.
“Nosso papel é dar governança, segurança e inteligência para esse patrimônio”, afirma.
CBF quer reconstruir acervo histórico
A parceria também se conecta a um projeto mais amplo da CBF para organizar e recuperar sua memória visual.
“A parceria entre a CBF e a Yapoli para a criação do novo Media Center marca um avanço importante na modernização da gestão de conteúdo da entidade”, afirma Fábio Seixas, diretor de comunicação da CBF.
Segundo o executivo, o objetivo é organizar o banco de fotos e vídeos da entidade e facilitar o acesso da imprensa e dos patrocinadores aos materiais, especialmente às vésperas da Copa do Mundo.
“O próximo passo será recuperar imagens históricas do nosso futebol e reconstruir um acervo que, infelizmente, se perdeu ao longo das últimas gestões. Resgat
