• Cadastre-se
  • Colunistas
  • Contato
  • Home
  • Política de privacidade
segunda-feira, 29 junho, 2026
Business Moment
  • Assine nossa newsletter
  • Login
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
Sem resultados
Ver todos resultados
Business Moment
Sem resultados
Ver todos resultados
Home Economia

Desenrola para quem paga em dia: governo quer trocar dívida cara por crédito mais barato

Murilo Rodrigues por Murilo Rodrigues
29/06/2026
em Economia
A A

LEIA TAMBÉM

Boletim Focus mantém inflação e Selic para 2026; projeção do PIB sobe para 1,99%

El Niño ameaça agravar crise dos produtores de arroz no Rio Grande do Sul

O governo federal lança nesta segunda-feira (29) o Desenrola Adimplentes, nova modalidade de crédito voltada a consumidores que mantêm as contas em dia. O anúncio será feito no Palácio do Planalto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com participação de integrantes da equipe econômica.

A iniciativa busca atender pessoas que não estão inadimplentes, mas seguem comprometendo parte relevante da renda com empréstimos contratados em períodos de juros altos. A ideia é permitir a troca de dívidas mais caras por operações com condições mais favoráveis.

O principal critério em discussão é que o consumidor tenha pago em dia pelo menos quatro parcelas de uma dívida de até R$ 15 mil. As regras completas devem ser detalhadas durante a cerimônia de lançamento.

Programa amplia lógica do Desenrola Brasil

O Desenrola Adimplentes é uma nova etapa da política de renegociação criada pelo governo federal. A primeira fase, lançada em 2023, teve como foco consumidores inadimplentes, ou seja, pessoas com dívidas em atraso.

Agora, a proposta é alcançar quem manteve o pagamento regular, mas ainda sente o peso do crédito caro no orçamento. Esse grupo ficou fora das fases anteriores e vinha sendo citado pela equipe econômica como uma prioridade para evitar uma nova onda de inadimplência.

O desenho do programa também responde a críticas de que políticas de renegociação beneficiavam apenas quem deixou de pagar as contas. Com a nova modalidade, o governo tenta criar uma alternativa para consumidores com bom histórico de pagamento.

Quem pode ser beneficiado

O público-alvo inclui pessoas físicas que estão com dívidas em andamento e histórico recente de pagamento em dia. A expectativa é que o governo defina limites de valor, tipos de operação aceitos e regras para participação dos bancos.

A equipe econômica tem citado trabalhadores informais como um dos grupos que podem ser atendidos. Sem renda fixa mensal, parte desses consumidores acaba recorrendo a crédito mais caro para manter o orçamento.

Em declaração anterior, Dario Durigan, da equipe da Fazenda, afirmou que trabalhadores informais costumam pagar juros elevados porque têm renda variável e dependem do ganho diário.

Bancos ainda resistem à proposta

A adesão do setor financeiro é um dos pontos de atenção. Parte dos bancos vê pouca vantagem em renegociar contratos que estão sendo pagos em dia.

Executivos do setor também avaliam que o público potencial pode ser menor do que o desejado pelo governo. As estimativas discutidas apontam para algo entre 3 milhões e 4 milhões de pessoas, dependendo dos critérios finais.

Sem adesão ampla das instituições financeiras, o alcance do programa pode ficar limitado. O governo deve detalhar como pretende incentivar a participação dos bancos e quais condições serão oferecidas aos consumidores.

O que muda para o consumidor

Para quem for aceito no programa, a principal vantagem esperada é a possibilidade de substituir uma dívida mais cara por outra com juros menores ou prazo mais adequado.

O objetivo não é perdoar dívidas, mas reorganizar contratos já em pagamento. Com isso, o consumidor poderia reduzir o peso das parcelas no orçamento e diminuir o risco de atrasar pagamentos no futuro.

As condições finais, como taxa, prazo, instituições participantes e forma de adesão, ainda dependem do anúncio oficial do governo.

Tags: ConsumidoresCréditoDesenrola AdimplentesDívidasGoverno FederalJurosLula
Anterior

Webmotors lança Serviçoauto para ir além da compra e venda de carros

Próximo

Fintech capta US$ 108 milhões para ampliar crédito a pequenas empresas

Murilo Rodrigues

Murilo Rodrigues

Murilo Rodrigues é jornalista formado pela PUCRS, com atuação nas áreas de conteúdo digital, SEO e tendências. Ao longo da carreira, participou da produção de conteúdos voltados à tecnologia, comportamento e inovação, com passagem por veículos como TechTudo e GZH. Tem experiência na construção de narrativas digitais estratégicas, unindo apuração, linguagem contemporânea e análise de tendências. Pautas em [email protected]

Leia também

Mercado eleva previsão da inflação para 5,04% em 2026
Economia

Boletim Focus mantém inflação e Selic para 2026; projeção do PIB sobe para 1,99%

por Júlia Barreto

O mercado financeiro manteve estáveis as principais projeções para a economia brasileira em 2026, segundo o Boletim Focus divulgado pelo...

Leia maisDetails
El Niño ameaça agravar crise dos produtores de arroz no Rio Grande do Sul

El Niño ameaça agravar crise dos produtores de arroz no Rio Grande do Sul

Nova Délhi oferece US$ 1.000 para incentivar troca de carros antigos por elétricos

Nova Délhi oferece US$ 1.000 para incentivar troca de carros antigos por elétricos

CNPJ com letras começa em julho: veja quem será afetado e o que muda

CNPJ com letras começa em julho: veja quem será afetado e o que muda

Economistas elevam projeção da inflação para 4%

Boletim Focus mantém projeções para inflação e Selic em 2026

Desemprego fica em 5,6% e atinge menor taxa para maio desde 2012

Desemprego fica em 5,6% e atinge menor taxa para maio desde 2012

Próximo

Fintech capta US$ 108 milhões para ampliar crédito a pequenas empresas

Nvidia perde valor de mercado após balanço não empolgar

Firmus Technologies fecha acordo de acesso à IA com a Nvidia

O boom imobiliário puxado pelo agro que pode render R$ 630 milhões à São Benedito

O boom imobiliário puxado pelo agro que pode render R$ 630 milhões à São Benedito

Business Moment

© 2025 Business Moment.

  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Bem-vindo!

Acesse sua conta

Esqueceu a senha?

Recuperar senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Entrar
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nosso Política de Privacidade.