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Home Carreira

Escassez global de talentos acelera a ascensão do Brasil no mapa tech

João Pedro Camargo Corenciuc por João Pedro Camargo Corenciuc
16/12/2025
em Carreira
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Unsplash/ Alex Kotliarskyi

Unsplash/ Alex Kotliarskyi

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A contratação global de profissionais de tecnologia atravessa uma das maiores expansões da última década. Com Estados Unidos e Europa enfrentando falta estrutural de mão de obra, empresas de software, fintechs, plataformas de IA e cloud aceleram a busca por talentos fora de seus mercados domésticos.

Nesse cenário, o Brasil desponta como um dos principais polos de contratação remota do mundo, impulsionado por um contingente estimado de 750 mil desenvolvedores e crescente participação em projetos internacionais. As discussões do Web Summit Lisboa 2025 reforçaram que a escassez deve se intensificar até 2030, consolidando o trabalho distribuído como parte central da infraestrutura das empresas de tecnologia.

Segundo Eduardo Garay, CEO da TechFX, maior plataforma financeira para brasileiros que trabalham para o exterior, a contratação global deixou de ser tendência e se tornou parte central da estratégia das empresas de tecnologia. “A contratação global deixou de ser uma tendência emergente e se tornou parte da infraestrutura das empresas. Hoje, times distribuídos são a resposta mais eficiente para escalar tecnologia com qualidade e velocidade.”

O avanço da automação e da inteligência artificial não diminuiu a demanda por desenvolvedores; pelo contrário, transformou o perfil procurado pelas empresas. Áreas como IA, machine learning, dados, cloud e cibersegurança crescem rapidamente, enquanto tarefas repetitivas de código passam a ser automatizadas. Profissionais capazes de integrar APIs, operar sistemas inteligentes, garantir segurança e colaborar com visão de produto tendem a ser os mais valorizados.

“Embora haja grande quantidade de vagas abertas, falta mão de obra qualificada, reforçando a urgência de requalificação e educação contínua, o trabalho remoto aparece como solução concreta, nesses casos. Empresas têm recorrido a times distribuídos em países como Brasil, Índia e nações do Leste Europeu para suprir a demanda crescente”, afirma Eduardo Garay, CEO da TechFX.

Entre as competências técnicas mais demandadas estão backend, full-stack moderno, cloud (AWS, GCP, Azure), engenharia de dados, machine learning e cibersegurança. No campo comportamental, empresas internacionais priorizam comunicação clara, especialmente em inglês, autonomia, aprendizado rápido, trabalho assíncrono, colaboração multicultural e visão de produto.

Apesar desse cenário favorável, profissionais brasileiros ainda enfrentam barreiras como inglês insuficiente, falta de portfólio técnico em inglês, incertezas sobre contratos internacionais e dúvidas sobre recebimento em moeda forte e tributação.

“Para muitos profissionais, o desafio não está apenas em conquistar a vaga internacional, mas em conseguir operar com segurança no dia a dia, recebendo em moeda forte, organizando a parte fiscal e tendo ferramentas que permitam trabalhar globalmente sem fricção. Esse é o papel que a TechFX vem assumindo”, reforça o CEO.

Na última edição do Web Summit Lisboa, ficou esclarecido que o futuro do trabalho em tecnologia já está sendo redesenhado, a inteligência artificial domina grande parte das discussões, da concepção de produtos à operação de empresas  e a escassez de talento tech segue como um dos principais desafios globais. Nesse contexto, o trabalho remoto e distribuído surge como solução estratégica para preencher lacunas de mão de obra, enquanto temas como sustentabilidade, diversidade e inclusão ganham cada vez mais espaço. Ao mesmo tempo, cresce o debate sobre como regular IA e plataformas digitais de forma equilibrada, garantindo segurança sem bloquear inovação.

Mas, a mensagem final é clara: a ausência de mão de obra não vai desaparecer tão cedo, e empresas capazes de atrair, formar e integrar talentos globais terão vantagem competitiva real.

Tags: CarreiraInvestimentosNegóciosTalentosTecnlogia
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João Pedro Camargo Corenciuc

Formação acadêmica Jornalismo Universidade Presbiteriana Mackenzie

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