A expansão da Nomo ganhou força após a startup validar o modelo de negócio no Brasil. A empresa passou a ampliar operações nos Estados Unidos e no Reino Unido com foco em crescimento internacional.
A startup atua no setor de benefícios corporativos e soluções financeiras voltadas para trabalhadores da economia informal e autônomos.
Segundo a companhia, a estratégia internacional busca ampliar a base de usuários e acelerar a oferta de serviços financeiros digitais em novos mercados.
Empresa aposta em tecnologia e inclusão financeira
A Nomo desenvolve soluções voltadas para acesso a crédito, benefícios e gestão financeira. A plataforma utiliza tecnologia para conectar trabalhadores autônomos a serviços que normalmente são oferecidos apenas em empregos formais.
A startup afirma que o modelo foi consolidado no mercado brasileiro antes do avanço internacional.
Entre os serviços oferecidos estão benefícios flexíveis, seguros e ferramentas de organização financeira.
Estados Unidos e Reino Unido estão entre prioridades
Os Estados Unidos e o Reino Unido foram escolhidos como primeiros mercados internacionais da empresa.
Segundo a startup, os dois países apresentam grande número de profissionais autônomos e trabalhadores ligados à gig economy.
A companhia avalia que o crescimento do trabalho flexível ampliou a demanda por soluções financeiras adaptadas a esse perfil profissional.
Mercado de fintechs segue competitivo
O avanço da Nomo ocorre em meio à expansão global das fintechs e startups de benefícios corporativos.
Empresas do setor disputam espaço oferecendo serviços digitais, acesso simplificado a crédito e plataformas de gestão financeira.
Analistas apontam que a internacionalização passou a ser uma estratégia adotada por startups brasileiras em busca de escala e novos investidores.
Startup busca ampliar operação global
A Nomo informou que pretende fortalecer parcerias e ampliar a estrutura operacional nos novos mercados.
A expectativa da empresa é aumentar a presença internacional nos próximos anos com expansão gradual para outros países.
Especialistas avaliam que startups brasileiras ligadas ao setor financeiro devem continuar ampliando operações fora do país diante do crescimento da economia digital.








