O novo Desenrola Brasil deve ganhar uma nova fase voltada a trabalhadores informais e pessoas que estão com as contas em dia. A proposta busca ampliar o alcance do programa de renegociação de dívidas.
Segundo o Ministério da Fazenda, a iniciativa deve atender principalmente quem não está inadimplente, mas enfrenta dificuldades com juros elevados. Além disso, o programa também deve incluir trabalhadores sem renda fixa.
Nova fase amplia público atendido
Diferente das versões anteriores, o foco não será apenas quem está com dívidas atrasadas. Agora, o governo quer atingir também quem mantém pagamentos em dia, mas sofre com parcelas altas.
Dessa forma, o novo Desenrola Brasil busca aliviar o orçamento das famílias e evitar o aumento da inadimplência.
Além disso, a medida pode incentivar o chamado “bom pagador”, oferecendo condições mais favoráveis de crédito.
Informais entram no radar do programa
Outro ponto importante é a inclusão de trabalhadores informais. Esse grupo costuma ter mais dificuldade de acesso a crédito com juros baixos.
Por isso, o governo estuda mecanismos para ampliar o acesso dessas pessoas ao programa. Assim, será possível reduzir o impacto dos juros no orçamento desse público.
Condições devem incluir juros menores
A nova fase deve manter condições semelhantes às já anunciadas no programa. Entre elas estão juros reduzidos e possibilidade de renegociação de dívidas bancárias.
Além disso, o governo avalia permitir o uso de parte do FGTS para quitar débitos. Dessa maneira, o programa pode oferecer mais alternativas para reorganizar a vida financeira.
Programa busca reduzir endividamento
O novo Desenrola Brasil faz parte de uma estratégia mais ampla para reduzir o endividamento das famílias. Atualmente, milhões de brasileiros enfrentam dificuldades para manter as contas em dia.
Com isso, a expectativa é melhorar o acesso ao crédito e estimular a economia. Portanto, a nova etapa do programa deve ampliar o impacto das políticas de renegociação no país.







