• Cadastre-se
  • Colunistas
  • Contato
  • Home
  • Política de privacidade
terça-feira, 21 julho, 2026
Business Moment
  • Assine nossa newsletter
  • Login
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
  • Economia
  • Empresas
  • Carreira
  • Startups
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Agronegócio
Sem resultados
Ver todos resultados
Business Moment
Sem resultados
Ver todos resultados
Home Startups

Startups entram na guerra para baratear defesa contra drones

Júlia Barreto por Júlia Barreto
31/03/2026
em Startups
A A

LEIA TAMBÉM

Scribe busca IPO de US$ 96 milhões para desenvolver medicamentos genéticos

Codejobs acelera expansão global com operação em três continentes

Custo desigual entre drones e mísseis desafia estratégia militar

O avanço do uso de drones em conflitos recentes tem exposto um desequilíbrio crescente no campo militar: o baixo custo dessas aeronaves contrasta com o alto preço dos sistemas usados para neutralizá-las.

Em cenários como guerras no Oriente Médio e na Ucrânia, forças militares têm utilizado mísseis que podem custar milhões de dólares para derrubar drones avaliados em poucos milhares. Esse descompasso econômico passou a ser visto como um problema estratégico relevante.

Além do impacto financeiro, o uso intensivo de sistemas caros limita a capacidade de resposta em conflitos prolongados, especialmente diante do uso massivo de drones em enxame, que ampliam a pressão sobre as defesas aéreas.

A mudança no perfil dos conflitos, com maior presença de tecnologias acessíveis e escaláveis, tem levado especialistas a defender uma revisão nos modelos tradicionais de defesa.

Novas empresas apostam em soluções mais baratas e escaláveis

Diante desse cenário, startups de defesa têm acelerado o desenvolvimento de tecnologias mais baratas para interceptação de drones. O objetivo é criar sistemas que mantenham eficiência operacional, mas com custo significativamente reduzido.

Empresas emergentes vêm utilizando componentes comerciais, inteligência artificial e processos de fabricação mais ágeis, como impressão 3D, para produzir mísseis e sistemas de defesa com valores muito inferiores aos modelos tradicionais.

Há projetos que buscam reduzir o custo de interceptadores para a faixa de dezenas de milhares de dólares, aproximando o preço da defesa ao custo das ameaças enfrentadas. Essa lógica segue o conceito de “guerra de atrito”, em que quantidade e escalabilidade passam a ser tão relevantes quanto sofisticação tecnológica.

Esse movimento também acompanha iniciativas do próprio governo dos Estados Unidos, que têm incentivado o desenvolvimento de sistemas autônomos e drones de baixo custo para ampliar a capacidade de resposta militar.

A entrada dessas empresas altera a dinâmica da indústria de defesa, tradicionalmente dominada por grandes contratadas, e abre espaço para modelos mais ágeis e inovadores.

Disputa tecnológica pode redefinir a guerra moderna

O crescimento das startups no setor de defesa ocorre em meio a uma transformação mais ampla na forma como guerras são conduzidas. Tecnologias baseadas em software, automação e produção em escala têm ganhado protagonismo.

Esse cenário tem levado o Pentágono a ampliar investimentos em sistemas autônomos e soluções mais flexíveis, incluindo drones e armamentos de menor custo, com foco em velocidade de desenvolvimento e adaptação.

Ao mesmo tempo, empresas tradicionais seguem relevantes, especialmente em projetos de maior complexidade e risco, o que indica um ambiente híbrido entre inovação rápida e infraestrutura consolidada.

A disputa entre drones baratos e sistemas de defesa caros evidencia uma mudança estrutural no equilíbrio militar global. A capacidade de produzir em escala e reduzir custos tende a se tornar um fator decisivo em conflitos futuros, redefinindo estratégias e prioridades no setor de defesa.

Tags: defesaDronesguerraStartup
Anterior

EcoGeo investe R$ 140 milhões em usina de biometano em Goiás

Próximo

Lucro da JHSF Participações soma R$ 978,3 milhões no 4º trimestre

Júlia Barreto

Júlia Barreto

Sou jornalista formada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com experiência em assessoria de comunicação, relacionamento com a imprensa, gestão de redes sociais e criação de conteúdo. Durante minha jornada, atuei em ambientes institucionais, públicos e em jornal de circulação diária, desenvolvendo atividades de apuração, redação e produção de conteúdo para diferentes plataformas. Tenho experiência em jornalismo digital, impresso, audiovisual e agência de comunicação e marketing.

Leia também

FDA dos EUA aprova medicamento da Lilly para Alzheimer
Mercado

Scribe busca IPO de US$ 96 milhões para desenvolver medicamentos genéticos

por João Pedro Camargo Corenciuc

A Scribe Therapeutics formalizou os termos operacionais para sua oferta pública inicial de ações (IPO) na Nasdaq, revelando a intenção...

Leia maisDetails
Codejobs acelera expansão global com operação em três continentes

Codejobs acelera expansão global com operação em três continentes

Onfly movimenta R$ 940 milhões e chega a 2.500 empresas ativas

Onfly movimenta R$ 940 milhões e chega a 2.500 empresas ativas

Databricks negocia rodada de US$ 3 bilhões e pode valer US$ 188 bilhões

Databricks negocia rodada de US$ 3 bilhões e pode valer US$ 188 bilhões

Sem Parar abre inscrições para 6ª edição do Programa Inova com foco em crédito inteligente e open finance

Sem Parar abre inscrições para 6ª edição do Programa Inova com foco em crédito inteligente e open finance

Startup brasileira de IA para educação conquista prêmio internacional na China

Startup brasileira de IA para educação conquista prêmio internacional na China

Próximo
Lucro da JHSF Participações soma R$ 978,3 milhões no 4º trimestre

Lucro da JHSF Participações soma R$ 978,3 milhões no 4º trimestre

Mercado de biológicos atinge R$ 6,2 bilhões no Brasil

Mercado de biológicos atinge R$ 6,2 bilhões no Brasil

Moagem de trigo no Brasil cresceu 3% em 2024, aponta Abitrigo

Abitrigo alerta para impactos da crise global no setor de trigo brasileiro

Business Moment

© 2025 Business Moment.

  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
  • Colunistas
  • Contato
  • Mapa do Site
  • Política de Privacidade
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Bem-vindo!

Acesse sua conta

Esqueceu a senha?

Recuperar senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Entrar
Sem resultados
Ver todos resultados
  • Principal
  • Agronegócio
  • Carreira
  • Liderança Inspiradora
  • Economia
  • Empresas
  • Governança
  • Meio Ambiente
  • Mercado
  • Startups
  • Fale Conosco

© 2023 Business Moment.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nosso Política de Privacidade.